sexta-feira, 4 de abril de 2008

OS NOVE PECADOS QUE NOS PODEM CAUSAR VÍCIOS V!

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5 – COMIDA

A obesidade atingia, em 2005-2006, 16,5% dos portugueses com mais de 18 anos, segundo o Instituto Nacional de Saúde. As estatísticas mostram também que os homens, 20,8%, sofrem mais deste problema do que as mulheres, 16,6%.



Obesidade - A culpa

Chega a ser um contra-senso nos dias de hoje, em que vivemos numa sociedade "dita" moderna, quando o homem há muito tempo já pisou na lua, sendo o progresso da ciência e a Medicina indiscutíveis a obesidade avançar em proporções alarmantes. Cerca de um terço dos americanos são considerados obesos, partindo de padrões básicos de percentual de gordura para determinar a obesidade.

Acima de 20% para os homens e 30% para as mulheres. No Brasil os números não são muito diferentes e o grande vilão da obesidade é justamente as facilidades oferecidas pelo mundo moderno. Uma das pesquisas americanas dão conta que dos mais de 2kg de gordura por ano acrescidos no peso corporal, 1 é culpa dos controles remotos. Aperta-se botão para tudo: televisão, vídeo-cassete, som, acendimento automático de lâmpadas, vidro eléctrico no carro, escada rolante e muito mais. Ou seja, a lei do menor esforço é parceira da gordura, das doenças cardiovasculares, da hipertensão arterial, do diabetes, do câncer entre outras. Portanto, o excesso de peso não deve ser encarado como um factor apenas estético. É um problema crónico de saúde pública relatado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos E.U.A. Um terço das mortes por câncer de mama e endométrio estão, segundo relatórios médicos dessas entidades, relacionadas ao excesso de gordura, mais de 30% de percentual. Dois terços ficam por conta das cardiopatias inerentes à obesidade.



Da mesma forma, parece um contra-senso saber que os governos gastam fortunas com programas espaciais, prémios aos futebolistas de selecção nacional, entre outros, quando as verbas destinadas à prevenção da obesidade é quase nenhuma. Das seis principais doenças, as cardiovasculares arrancaram dos cofres públicos dos E.U. 22,2 biliões de dólares no ano de 1986, só em custos médicos. Em 1994 os valores totais já haviam ultrapassado a casa de um trilião de dólares. No Brasil não é muito diferente.

...E de quem é a culpa? De um modo geral há uma tendência a acreditar-se que o excesso de comida venha a ser o principal factor da obesidade. A gente sabe que não é bem assim porque se assim fosse, bastaria uma redução e ou um controle alimentar qualquer e as pessoas emagreceriam com a maior facilidade. Umas têm tanta facilidade de engordar como dificuldade de emagrecer. Outras engordam e emagrecem com a maior tranquilidade.

Existem, sem dúvida nenhuma outros factores, tais como os genéticos, ambientais, sociais e provavelmente raciais. Uma família de gordos, certamente tem hábitos e valores incorporados, que se tiver um magro no meio estará fora de sintonia. Entretanto, vale ressaltar que os distúrbios hormonais, segundo dados da O. M. S. (Organização Mundial de Saúde) e as fontes citadas por McArdle, raramente são apontados como a causa principal.

Pode sim, é a obesidade gerar uma série de distúrbios hormonais que acabam invertendo a ordem dos culpados. Ou seja, não é o distúrbio hormonal o causador, e sim a obesidade a causadora dos supostos distúrbios vindo em cascata.




Há alguns anos fala-se na mutação do gene OB. como responsável pela obesidade. Com base em pesquisas com ratos, constatou-se que esse gene tem acção directa numa proteína, descoberta em 1994, produzida no tecido adiposo e transportada pela circulação sanguínea para o cérebro chamada de Leptina (Do Grego Leptos significando magro) ou simplesmente OB. Sua acção é controlar a saciedade de acordo com a quantidade calórica dos alimentos ingeridos para manter o nível de gordura corporal. É como se fosse, por assim dizer, uma válvula instalada no hipotálamo regulando a ânsia de comer. A leptina quando injectada em cães mostrou ser capaz de reduzir o peso corporal e o tecido adiposo. Aquele sujeito que costumamos dizer: "não engorda de ruim", especula-se ter uma boa produção de leptina. Sortudo, não? As pessoas excessivamente gordas teriam o gene OB. defeituoso a tal ponto de nunca se sentirem saciados e comerem compulsivamente.

A teoria de se comer vagarosamente, mastigando bem os alimentos, procurando saboreá-los com o máximo prazer, se baseia nisso. Ou seja, comendo devagar dá tempo para o organismo desenvolver o mecanismo reflexo da saciedade, estimulando a leptina, ingerindo menos quantidade de comida ou, na medida certa das necessidades orgânicas. Outro factor bem estabelecido, é que o peso corporal não é o vilão das doenças cardiovasculares e sim o percentual de gordura. Pessoas corpulentas e pesadas, mas com o percentual de gordura normal não são susceptíveis a cardiopatias. Ao contrário, pessoas de menor estatura porém gordas correm um risco bem mais alto. Isso é um fato.



Riscos da obesidade para a saúde

Obesidade é mais do que um problema com a aparência, é um perigo para a saúde. Milhares de mortes relacionadas à obesidade acontecem todos os anos. Vários problemas médicos graves têm sido relacionados à obesidade, incluindo diabetes tipo 2, doenças no coração, pressão alta e enfarto. Obesidade também está relacionada a maiores taxas de certos tipos de câncer. Homens obesos têm maior probabilidade de morrer de câncer de cólon, recto ou próstata. Mulheres obesas têm mais chances de morrer de câncer de mama, útero e ovários.

Outras doenças e problemas de saúde relacionado à obesidade incluem:

· Cálculo biliar e doença na vesícula biliar.

· Doença no fígado

· Osteoartrite, uma doença na qual as articulações se deterioram. Isso pode ser resultado de excesso de peso nas articulações.

· Gota, outra doença que afecta as articulações.

· Problemas pulmonares, incluindo apnéia do sono na qual a pessoa para de respirar por curto período de tempo enquanto dorme.

· Problemas no sistema reprodutivo de mulheres, incluindo infertilidade e irregularidades no ciclo menstrual.

Profissionais da saúde geralmente concordam que quanto mais obesa for a pessoa, maior probabilidade terá de desenvolver problemas de saúde.



Consequências sociais e psicológicas

Sofrimento emocional pode ser uma das partes mais dolorosas da obesidade. A sociedade dá importância à aparência física e geralmente associa ser atraente a ser magro, especialmente em mulheres. Essas mensagens fazem as pessoas obesas sentirem-se sem atractivos.

Muitos pensam que pessoas obesas são gulosas, preguiçosas ou ambos. Como resultado, pessoas obesas geralmente enfrentam preconceito ou discriminação no mercado de trabalho, escola e eventos sociais. O sentimento de rejeição, vergonha e depressão são comuns


Causas da obesidade

Em termos científicos, a obesidade acontece quando uma pessoa consome mais calorias do que queima. As causas para o desequilíbrio entre calorias ingeridas e queimadas podem variar de pessoa para pessoa. Factores genéticos, ambientais e psicológicos, entre outros, podem causar a obesidade.



O que é obesidade e como é medida?

Para a maioria das pessoas o termo "obesidade" significa estar muito acima do peso. Profissionais da saúde definem "acima do peso", ou sobrepeso, como o excesso de peso corporal que inclui músculos, ossos, gordura e água. Obesidade especificamente refere-se ao excesso de quantidade de gordura corporal. Alguma pessoas, como fisiculturistas e outros atletas com muitos músculos, podem estar com sobrepeso sem serem obesos.




Como a obesidade é medida?

Todos nós precisamos de certa quantidade de gordura corporal para armazenar energia, isolamento de calor, absorção de impacto e outras funções. Como regra, mulheres têm mais gordura corporal do que homens. A maioria dos profissionais da saúde concorda que homens com mais de 25% de gordura corporal e mulheres com mais de 30% apresentam obesidade.

Medir a exacta quantidade de gordura corporal numa pessoa não é fácil. A formas mais precisas de medir são pesar a pessoa sob a água ou usar um teste raio-x chamado radioabsorciometria de feixes duplos. Esses métodos não são práticos para a maioria das pessoas e são feitos somente em centros de pesquisa com equipamentos especiais.

Há métodos mais simples para estimar a quantidade de gordura corporal. Um deles consiste em medir a espessura da camada de gordura abaixo da pele em varias partes do corpo. Outro método é enviar quantidade inofensiva de electricidade através do corpo da pessoa. Ambos os métodos são usados em academias e programas de emagrecimento comerciais. Porém, os resultados desses métodos podem não ser precisos se forem feitos por pessoas inexperientes ou em alguém com obesidade severa.



Tratamento da obesidade

Profissionais da saúde geralmente concordam que pessoas com um índice de massa corporal ( IMC ) acima de 30 podem melhorar sua saúde ao emagrecer. Isso é especialmente verdadeiro para pessoas com obesidade severa.

Prevenir ganho de peso adicional é recomendado se você tem um índice de massa corporal entre 25 e 29,9, a menos que possua outros fatores de risco. Especialistas em obesidade recomendam que você tente perder peso se tem um ou mais dos pontos abaixo:

· Histórico familiar de certas doenças crónicas. Se tem parentes próximos com doença cardíaca ou diabetes, então há maior probabilidade de você desenvolver esses problemas se estiver obeso.

· Problemas médicos pré-existentes. Pressão alta, colesterol elevado ou alto nível de açúcar no sangue são sinais de alerta de algumas doenças relacionadas à obesidade.

· Corpo em "forma de maçã". Se o seu peso estiver concentrado ao redor da cintura, então você tem maior risco de doença cardíaca, diabetes ou câncer do que pessoas com o mesmo peso mas com corpo em "forma de pêra".

Felizmente, uma perda de peso de 5 a 10% pode fazer muito para melhorar a saúde ao baixar o colesterol e a pressão arterial. Adicionalmente, estudos recentes têm mostrado que uma perda de peso entre 5 e 7% pode prevenir a diabetes tipo 2 em pessoas com alto risco para essa doença.



Como é o tratamento da obesidade ?

O método para tratamento depende do nível da obesidade, condição geral de saúde e motivação para perder peso. O tratamento da obesidade pode incluir uma combinação de dieta, exercícios físicos, mudança de comportamento e algumas vezes remédios para emagrecer. Em alguns casos de obesidade severa, a cirurgia para redução de estômago (bariátrica) pode ser recomendada. Lembre-se que o controle de peso é um esforço para toda a vida.



Tipos de obesidade
Obesidade mórbida e do tipo maçã e pêra

Os tipos de obesidade podem ser classificados em termos absolutos ou relativos. Na prática, os tipos de obesidade são avaliados em termos absolutos ao medir o IMC (índice de massa corporal), mas também pela distribuição da gordura através da medição da circunferência da cintura ou da taxa de cintura x quadril. Adicionalmente, a presença de obesidade deve levar em conta o contexto de outros factores de risco para a saúde.



Tipos de obesidade pelo IMC

O IMC é um método simples amplamente usado para estimar a gordura corporal. Ele é calculado dividindo o peso da pessoa pela sua altura ao quadrado: IMC = peso / (altura)2. Então, uma pessoa com 80 kg e 1,70m teria IMC de 80 / (1,7)2 = 27,68. A classificação pelo IMC mais utilizada segue os seguintes valores:

Condição

IMC em adultos

abaixo do peso

abaixo de 18,5

no peso normal

entre 18,5 e 25

acima do peso

entre 25 e 30

obesidade

entre 30 e 40

obesidade mórbida

acima de 40

A pessoa também pode ser classificada como tendo obesidade do tipo mórbida com um IMC maior que 35 e presença de um outro problema de saúde significativo (co-morbidade). A interpretação do IMC também pode levar em conta a etnia, massa muscular, idade, sexo e outros factores. O IMC superestima a gordura corporal de pessoas musculosas e subestima a de indivíduos que perderam massa corporal como os idosos.



Circunferência da cintura e tipos de obesidade

O IMC não leva em conta as diferentes taxas de tecido adiposo e magro; nem distingue entre os diferentes tipos de adiposidade, alguns dos quais podem correlacionar-se mais de perto com riscos cardiovasculares. Estudos têm mostrado que a gordura visceral ou obesidade central, popularmente conhecida como obesidade do tipo maçã, tem relação muito mais forte com doenças cardiovasculares. A obesidade do tipo maçã ocorre quando os principais depósitos de gordura corporal estão localizados ao redor do abdômen e na parte superior do corpo. Já na obesidade do tipo pêra a gordura corporal é mais armazenada nas coxas logo abaixo da superfície da pele e apresenta riscos menores à saúde. A circunferência absoluta da cintura (maior que 102 cm em homens e que 88 cm em mulheres) ou taxa de cintura x quadril (maior que 0,9 em homens e que 0,85 em mulheres) são métodos usados para medir a obesidade central, ou do tipo maçã.



Medição do percentual de gordura corporal

Outra forma de determinar a obesidade é medindo o percentual de gordura corporal. Geralmente é aceite que homens com mais de 25% e mulheres com mais de 30% de gordura corporal são obesos. Porém, é difícil medir a gordura corporal precisamente. O método mais aceite tem sido a medição do peso da pessoa sob a água, mas esse procedimento é limitado a laboratórios com equipamento especial. Dois métodos mais simples para medir o percentual de gordura corporal são a medição de dobras cutâneas e análise de impedância bioelétrica.



Factores de risco e co-morbidades

A presença de factores de risco e doenças associadas à obesidade também são usadas para estabelecer diagnostico clínico. Doença cardíaca coronária, diabetes tipo 2 e apnéia do sono são factores de risco que podem indicar tratamento clínico para obesidade. Tabagismo, hipertensão, idade e histórico familiar são outros factores de risco que pode indicar tratamento da obesidade.

Textos e fotos da Net

António Inglês

14 comentários:

aramis disse...

Olá amigo Tó!
Pois por causa do meu IMC, é que me decidi a fazer o "by pass" gástrico!
E já lá vão 52 kilos de ha 1 ano e 3 meses para cá... Bendita a hora em que tomei a decisão, realmente a qualidade de vida é outra!
Muitos beijinhos e um xi coração,

Brancamar disse...

Hi! Antínio o que foste pôr aqui!
Agora vou jantar, só um robalinho grelhado com legumes e volto depois.
Ontem bem tentei cá vir, mas foi impossível,não consegui ir a casa de ninguém. Hoje já passei pela nossa neta, deixei-te lá um recado por causa do azul do FCP, temos que reunir para um consenso, logo conversamos...ai!ai!ai!
Beijinhos

Entre linhas... disse...

Eu felizmente não tenho problemas desses,mas existe muitas pessoas que um dia mais tarde irão apgr um afactura bastante cara pela "gula".
Bom fim de semana amigo
Bjs Zita

Sophiamar disse...

Tó, Amigo!

Este é um dos vícios que não tenho.Bem, ainda hoje estive num almoço com amigas e verifiquei, mais uma vez, que sou pouco comilona.Graças à minha mãe, tenho hábitos alimentares muito saudáveis.Não bebo refrigerantes,cerveja, vinho, não como doces e controlo bem a quantidade de alimento que ingiro. À refeição, eu gosto mesmo é de conversar. Sou uma tagarela incorrigível.
De qualquer maneira, reconheço que nos alimentamos muito mal, grosso modo falando. O excesso de sal e de açúcar são os dois principais exageros que cometemos diariamente. Há que combatê-los!
O teu blogue está a ser um caso sério de saúde pública. Tu defendes a vida com unhas e dentes. E ainda hoje ouvi para aí um anónimo a falar que até me levou a crer que não percebeu nada do que leu. Tu queres levar-nos a tirar o máximo prazer da vida.
Beijinhossss

avelaneiraflorida disse...

Amigo António,

ISTO È UM SACRILÈGIO!!! UM ATENTADO!!!! SEI LÀ O QUÊ!!!!!

venho eu de mansinho ...e deparo-me com estes "PECADOS" gulosos a olhar para mim!!!!
Não se faz!!!! Não. não....

Bjkas!!!!

Brancamar disse...

Olá mano Tó,
Posso chamar-te assim?
Como é que gostas mais?
Pois cá estou de volta! Já vi estes pecadinhos todos, não é que me atraiam muito, pratos tão cheios...enjoam, mas realmente para além da comidinha a vida sedentária dos nossos tempos e os tais comandos para tudo são uma praga. às vezes vou logo pela manha já à última da hora a correr para o Porto no meu carrinho e passo por um grupo de pessoas com horáriozinho liberal a fazer caminhada numa pista própria para o efeito e penso: caramba era ali que eu devia estar, ainda por cima adoro caminhar, mas durante toda a semana só hoje o pude fazer, é uma correria infernal, o mercado de trabalho está cada vez mais agressivo e o homem cada vez mais escravo de tudo...desculpa o desabafo.
Como sempre trouxeste aqui uma informação muito útil e completa, sobretudo um alerta.
Beijinhos

António Inglês disse...

Aramis

Sei bem a diferença que apresentas, e eu mesmo sem "by pass" já levo 34 kilinhos perdidos.
Sei como me sinto e por isso imagino como te sentirás.
Um abraço fraterno e um beijinho de bom fim de semana
António

António Inglês disse...

Mana Branca

Estas delicias são uma perdição, mas há que saber resistir. Vá lá uma vez por outra....
Quanto ao azul... pois minha querida amiga, acabei de ouvir o discurso do Senhor Pinto da Costa na inauguração de mais uma casa do FCP, e cada vez estou mais convencido do seu provincianismo, da sua pequenez, e da sua forma pouco inteligente de estar na vida, promovendo a revolta, incentivando ao ódio e à violência.
Desde os tempos de José Maria Pedroto, que comecei a ouvir falar em Norte/Sul e no incentivo que foi sempre feito por estes senhores nesta divisão do país.
A grandeza do FCP, não precisa disto, nem deste tipo de discurso.
Esta mania da vitimização, que apenas visa a mobilização das massas em seu redor já a conheço.
Não me orgulho de ter tido entre os presidente do meu SLB determinados indivíduos que nunca cá deveriam ter estado. Enganaram-me durante uns tempos mas depois depressa vi que não serviam os ideais do meu clube.
Ganhar sim, com mérito e com valor, não com esquemas e formas menos correctas. O FCP não precisa deste tipo de discurso.
Mas isto é o coração a falar, pois apenas brinquei com a situação na Lisa, nossa neta, e aqui falei mais ou menos a sério. Só que não misturo as coisas, tenho muitos amigos do FCP e do SCP e não é esse facto que nos inibe de sermos amigos.
Minha mana Branca, azul sim, é o mar, é o céu, é aquilo que nos une e aproxima, por isso estava a brincar como imaginas...
Um beijinho e bom fim de semana
António

António Inglês disse...

Zita bom dia

Eu já paguei essa factura e muitos mais irão pagar porque não se controlam...
Já arrepiei caminho e acho encontrei o meu equilíbrio...
Um beijinho e bom fim de semana
António

António Inglês disse...

Isabel

Nem mais, as tuas palavras vêm mesmo a calhar.
O anónimo não percebeu que eu estou mesmo a falar é de vida.
Se a controlarmos, pois claro que serão melhores os prazeres que dela podemos usufruir.
Um beijinho
António

António Inglês disse...

Avelaneiraflorida


Não era minha intenção provocar tal coisa, mas confesso que a ideia me passou pela cabeça...
Nestas coisas às vezes é mais fácil falar do que fazer...
Um beijinho
António

António Inglês disse...

Olá Branca, mana amiga

Trata-me da forma que mais te agradar. Como vês eu próprio te trato de maneiras diferentes.
Não gosto muito de andar a pé mas ultimamente tenho feito as minhas.
Estão quase a acabar as nove postagens sobre estes temas. Achei que seria interessante alertar a quem as lê, sem grandes veleidades.
Partilhei somente informação que li em alguns órgãos da CS e que são importantes, acho.
Um beijinho
António

Maria disse...

Amigo antónio

Aqui é que bate o meu ponto fraco.....
De tudo o que mostras, fico pelo que está nos tachos de barro... porque será?
Da lagosta, só gosto mesmo é da cabeça.....
Ai, será um dos meus pecados. Gosto de petiscos. acompanhados de um bom vinho tinto. Não uso açúcar, não faço bolos, doces não é muito comigo, mas quando vou a Alcobaça não perdoo uma cornucópia.....
Já perdoo as trouxas de ovos em Caldas (acho que é o doce de que mais gosto) porque, como gosto muito, nem passo por elas....
Gosto da nossa comida. Vou todos os anos ao Festival de Gastronomia a Santarém. Só que não tenho capacidade para comer em quantidade.... e ainda bem.

Estes teus posts são de Excelência!!!!!

Obrigada, António, e agora que já confessei o meu "pecadilho", deixo-te beijinhos...

elvira disse...

Pois amigo li com muita ate~nção este post, que na verdade não me disse nada de novo, apesar de estar muito bem escrito. É que eu tenho lido e pesquisado muito sobre o assunto.
Porque não sei se lhe disse, mas já fui operada à apneia e tudo, e no entanto o meu peso anda ente os 63 e os 65. Há 1 semana atrás tinha 63,300 Kg. O médico que me operou, diz que eu não tinha peso para sofrer daquele modo, mas o certo é que sofria.
Bom, doces é quando o rei faz anos, pois não sou apreciadora.
Adoro fazer um bolo, enfeitá-lo, mas na maioria das vezes nem o provo. O que eu gosto mesmo é de cozinhar, de apresentar uma bela mesa, de enfeitar as travessas (credo, já pareço o Quim Barreiros), mas para lhe dar uma ideia, ainda ontem, meu marido fez anos, e fomos jantar fora, com meus irmãos e cunhados, filho e nora. Acredita que fui a única que não comeu sobremesa?
Um abraço e resto de bom Domingo.
Tenho que ler apenas um post por dia, para visitar o máximo de amigos.