sábado, 13 de outubro de 2007
CERTIFICADO BLOG
CERTIFICADO
O meu amigo Joaquim Marques do Alcobaça e Não Só outorgou-me há já uns tempos este certificado, que eu desconhecia me tinha sido entregue.
Este facto, ficou a dever-se a uma incorrecta leitura que fiz do seu blog, meu amigo, que espero me perdoe.
Fico-lhe grato pela amabilidade e um dia destes retribuirei a mais uns tantos blogs onde gosto de ir.
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António Inglês
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sábado, outubro 13, 2007
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sexta-feira, 12 de outubro de 2007
SONHANDO
Pelo Sonho é que vamos,
comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo sonho é que vamos.
Basta a fé no que temos,
Basta a esperança naquilo
que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria,
ao que desconhecemos
e do que é do dia-a-dia.
Chegamos? Não chegamos?
- Partimos. Vamos. Somos.
Sebastião da Gama
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sexta-feira, outubro 12, 2007
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quinta-feira, 11 de outubro de 2007
UMA PROCISSÃO NAS FESTAS DA SENHORA DA PENEDA
Na postagem anterior, relativa ao Santuário da Senhora da Peneda, são evocadas as festividades em honra de Nossa Senhora da Peneda.
Estas festividades, como todas as que pelo nosso país fora são cartaz, têm a sua componente religiosa. Na região minhota, essa componente é marcadamente posta à evidência, sendo em muitos casos o principal evento do programa.
Aparentemente, poderia pensar-se que estas festividades, seriam mais umas, iguais ou parecidas a tantas outras, mas não. Estas têm realmente algo de especial, e disso vos deixo testemunho, através desta pequena descrição de uma procissão a que assisti ocasionalmente numa das muitas visitas que faço à Senhora da Peneda.
Há alguns anos atrás, em passeio por aquelas bandas, resolvemos fazer uma visita a este Santuário. Como o fizemos nos princípios de Setembro, acabámos por encontrar a Peneda em festa.
Na altura, estava a procissão a sair do Santuário, e nós respeitosamente colocámo-nos em local estrategicamente definido por forma a não perder-mos pitada de nada.
A procissão, desenrolou-se normalmente e foi passando diante dos nossos olhos , saltando à vista um pormenor demasiado repetitivo na maioria das mulheres que seguíam devotadamente a procissão. Todas ou quase todas iam vestidas de preto, o que numa primeira análise indiciaria um elevado número de viúvas na localidade.
Intrigados, por serem muitas, e por serem a maioria dos seguidores da procissão, resolvi no final, dirigir-me ao paraco que presidiu às cerimónias e questionei-o sobre o porquê de existir na Peneda tanta viúva. A resposta foi surpreendente:
- Não são viúvas. Nestas bandas, como deve saber, há poucas possibilidades de emprego, por isso os homens emigram e procuram fora da terra o sustento das suas famílias.
Ño dia em que saem, as suas mulheres envergam um traje negro, que simboliza a ausência que os maridos foram forçados a fazer, e só voltam a vestir de cor, quando eles regressarem a casa. Não quer isto dizer que não existam no meio desta multidão de mulheres algumas viúvas, mas essa não é a razão de tanto preto nestas gentes.
Nem precisei de perguntar porque seriam as mulheres a maior percentagem de acompanhantes da procissão. Era óbvio.
José Gonçalves
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quinta-feira, outubro 11, 2007
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SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DA PENEDA
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quinta-feira, outubro 11, 2007
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NÃO RESISTO
Meus amigos, não resisto.
Hoje, relendo o Jornal “A Bola” de Terça-Feira dia 9 de Outubro de 2007, que é o que faço durante os dois ou três dias após a compra dos diários desportivos, dei de caras com um artigo publicado na coluna Segunda a fundo, da autoria de Carlos Pereira Santos, com o título de : Portugal Bobone.
Paula Bobone, ilustríssima figura do Jet-Set nacional, dispensa apresentações e faz frequentemente afirmações que nos põem de cara à banda.
Eu sei que a culpa não é dela, mas sim de quem dá ouvidos a estas “tiradas” ou até mesmo daqueles que lhe deram a possibilidade de ter a projecção que hoje tem.
Por isso, em jeito de reflexão, deixo-vos com um extracto deste artigo que nem precisa de mais comentários...
...“ Continuo preocupado, outra vez. Não percebo, por exemplo, porque é que não
género, «sofro mais com uma árvore cortada do que com um enforcado numa corda».
De acordo. Aliás, acho que todos os portugueses sofrem mais com uma árvore cortada
Adoramos árvores e flores. Ou, caindo na realidade detestamos a Bobone. Este Portugal
Elucidativo o artigo. Elucidativas as afirmações de Paula Bobone. E se pensam que
- "Os sem-abrigo deviam assumir a sua condição".
- "Gosto de me enfeitar como se fosse uma árvore de Natal a 25 de Dezembro. As portuguesas ainda têm um ar cinzento e pouco audaz."
- “No Verão há grande promiscuidade física. A falta de maneiras arrepia, já viu o que é ir até à Costa da Caparica e ter de me deitar ao lado de alguém que não conheço de lado nenhum?”
- "A Praia da Rocha está civilizada. Tem uma coisa que eu odeio, que são os ecopontos, isso é mais uma bimbalhada à portuguesa”, feita à revista Focus.
- Que me telefonem.
A sua ocupação favorita?
-«Paspalhar» no fim-de-semana.
Qual seria a sua maior desgraça?
- Perder a agenda.
O pássaro preferido?
- A borboleta.
As suas heroínas na ficção?
- Branca de Neve, porque teve sete anões para a ajudar num momento difícil da sua vida.
O que mais detesta?
- Responder a questionários.
Como gostaria de morrer?
- Num trono doirado com anjinhos à volta, ouvindo canto gregoriano, vestida de Chanel, bebendo Coca-Cola.
Defeitos que lhe inspiram mais indulgência?
- A inveja dos «caretas». Tenho pena dos inferiores."
- Faltam.
O que poderiam trazer de diferente?
- Nunca vi uma mulher em guerra.
Margaret Tatcher...
- Oiça,...Por acaso aí já me calou...
Que mulheres é que vê na politica Portuguesa com capacidade?
- Não vejo nenhuma. Dê-me uma ajuda.
Manuela Ferreira Leite?
- Dizem que é boa, mas não percebo muito de finanças. Os tipos das finanças estão ao nível dos astrólogos. Aquilo que prevêem nunca acontece.
Nada tenho contra Paula Bobone. Nada tenho a favor de Paula Bobone. Mas com afirmações destas é preciso ter alguma coisa ou dizer mais alguma coisa? Apenas o que Carlos Pereira Santos afirma no fim da sua coluna de A Bola:
Em Portugal até a Bobone tem perdão!
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quinta-feira, outubro 11, 2007
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terça-feira, 9 de outubro de 2007
9 DE OUTUBRO DE 1261 NASCIA O 6º REI DE PORTUGAL – D. DINIS
D. DINIS – O Lavrador, O Rei-Agricultor, O Rei-Poeta e O Rei-Trovador
D. Dinis foi o sexto rei de Portugal. Filho de D. Afonso III e da infanta Beatriz de Castela, neto de Afonso X de Castela, foi aclamado em Lisboa em 1279.
Como herdeiro da coroa, D. Dinis desde cedo foi envolvido nos aspectos de governação pelo seu pai. À data da sua subida ao trono, o país encontrava-se em conflito com a Igreja Católica. D. Dinis procurou normalizar a situação assinando um tratado com o Papa Nicolau III, onde jurava proteger os interesses de Roma em Portugal. Salvou a Ordem dos Templários em Portugal através da criação da Ordem de Cristo, que lhe herdou os bens em no reino português depois da sua extinção e apoiou os cavaleiros da Ordem de Santiago ao separarem-se do seu mestre castelhano.
D. Dinis foi essencialmente um rei administrador e não guerreiro: envolvendo-se em guerra com Castela em 1295, desistiu dela em troca das vilas de Serpa e Moura. Pelo Tratado de Alcanises (1297) firmou a Paz com Castela, definindo-se nesse tratado as fronteiras actuais entre os dois países ibéricos. Por este tratado previa-se também uma paz de 40 anos, amizade e defesa mútuas.
A sua prioridade governativa foi essencialmente a organização do reino: continuando a vertente legisladora de seu pai D. Afonso III, a profusa acção legislativa está contida, hoje, no Livro da Leis e Posturas e nas Ordenações Afonsinas. Não são "códigos" legislativos tal como os entendemos hoje, mas sim compilações de leis e do direito consuetudinário municipal, alteradas e reformuladas pela Coroa.
Com efeito, a incidência de questões de carácter processual com igual peso ao carácter de direito positivo das suas leis, denuncia a crescente preocupação do rei em enquadrar o direito consuetudinário (ou costumeiro) no âmbito da Coroa, e em efectivar o seu poder no terreno. As determinações sobre a actuação de alvazis (oficiais concelhios), juízes, procuratores e advocati demonstram isto, já que um poder meramente nominal sobre todos os habitantes do Reino, como era típico na Idade Média, não se compatibiliza com este esforço em esmiuçar os trâmites jurídicos, ou em moralizar o exercício da justiça. A criação de corregedores denuncia claramente o início do processo de territorialização da jurisdição da Coroa, extravasando os domínio régios, a par da crescente importância da capitalidade de Lisboa.
O reinado de D. Dinis acentuou a predilecção por Lisboa como local de permanência da corte régia. Não existe uma capital, mas a localização de Lisboa, o seu desenvolvimento urbano, económico e mercantil vão fazendo da cidade o local mais viável para se afirmar como centro administrativo por excelência.
A articulação entre o norte e o sul do país - este sul que se torna alvo da maior atenção e permanência dos reis - fazem de Lisboa centro giratório para tornar Portugal viável. Entre o norte, onde a malha senhorial é mais densa e apertada, e o sul, onde o espaço vasto conquistado aos mouros implanta sobretudo os domínios régios e as ordens militares, assim como vastos espaços de res nullius e torna Portugal um reino onde duas realidades diferentes se complementam.
Preocupado com as infra-estruturas do país (ver discussão), D. Dinis ordenou a exploração de minas de cobre, prata, estanho e ferro. Fomentou as trocas com outros reinos, assinou o primeiro tratado comercial com o rei de Inglaterra em 1308 e criou o almirantado, atribuído como privilégio ao genovês Manuel Pessanha, e fundando as bases para uma verdadeira marinha portuguesa ao serviço da Coroa.
D. Dinis redistribuiu terras, promoveu a agricultura e fundou várias comunidades rurais, assim como mercados e feiras, criando as chamadas feiras francas ao conceder a várias povoações diversos privilégios e isenções. Um dos seus maiores legados foi a ordem de plantar o Pinhal de Leiria, que ainda se mantém, de forma a proteger as terras agrícolas do avanço das areias costeiras.
ÚLTIMOS ANOS E MORTE
Os últimos anos do seu reinado foram marcados por conflitos internos. O herdeiro, futuro D. Afonso IV, receoso que o favorecimento de D. Dinis ao seu filho bastardo, D. Afonso Sanches o espoliasse do trono, exigiu o poder e combateu o pai. Nesta luta teve intervenção apaziguadora a Rainha Santa Isabel que, em Alvalade se interpôs entre as hostes inimigas já postas em ordem de batalha.
D. Dinis morreu em Santarém a 7 de Janeiro de 1325, e foi sepultado no Mosteiro de São Dinis, em Odivelas. Tem como descendente também o Papa Bento XIII, que foi papa de 1724 a 1730.
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terça-feira, outubro 09, 2007
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EM 9 DE OUTUBRO DE 1867, O ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA COMPRAM À RUSSIA O ALASCA
ESTADOS UNIDOS E RÚSSIA NEGOCEIAM O ALASCA
O Alasca é um dos 50 Estados dos Estados Unidos da América, e é o maior Estado do país em extensão territorial, sendo maior do que os estados americanos de Texas, Califórnia e Montana juntos, respectivamente o segundo, o terceiro e o quarto maiores Estados do país. O Alasca é também o Estado mais escassamente povoado dos EU, com uma densidade populacional de 0,42 hab/km², a menor entre os 50 Estados. O Alasca tem menos habitantes do que qualquer Estado americano com excepção de Wyoming e do Vermont. Se fosse um país independente, o Alasca seria o 19° maior país do mundo em extensão territorial. Relativamente isolada do restante do país, o Alasca é considerado parte dos Estados do Pacífico.
É o Estado mais setentrional e ocidental dos Estados Unidos. É também considerado por alguns como o Estado mais oriental do país, sendo que duas das ilhas do Arquipélago dos Aleutas estão localizadas no Hemisfério Oriental. A maior parte da população do Alasca vive na região sul e sudeste do Estado. Sendo escassamente povoado, tem por causa disso, o cognome oficial de The Last Frontier (A Última Fronteira). O Alasca é uma península, cercado por três lados por corpos d' água, e faz fronteira somente com o Canadá, território de Yukon e província de Colúmbia Britânica. É um dos dois Estados americanos que não fazem parte dos Estados Unidos continental, os 48 Estados localizados entre o Canadá e o México. O segundo Estado é o Havaí.
O nome Alasca provém da palavra aleutiana - um idioma esquimó - Alyeska, que significa "Grande País" ou "Grandes Campos". O Alasca foi comprado pelos EU à Rússia em 9 de Outubro de 1867, graças à insistência do então Secretário de Estado americano William Seward, por 7,2 milhões de dólares. À época, Seward foi criticado por outros políticos e ridicularizado por muito da população americana pela sua decisão, uma vez que boa parte da população americana acreditava então que o Alasca não passava de uma região imprestável e coberta de gelo. Porém, descobertas de grandes reservas de recursos naturais desde então atraíram milhares de pessoas à região. Em 1959, o território do Alasca foi elevado à categoria de Estado, tornando-se o 49º Estado americano.
Esta é sem dúvida uma região muito interessante e com muitas coisas a descobrir. É o maior estado dos Estados Unidos da América e ocupa a extremidade Noroeste da América do Norte. Tem uma área de 945 000Km2 e menos de 62 0000 habitantes. Conhecida como a terra dos contraste, o Alasca esconde riquezas e uma grande diversidade, desde regiões geladas até um deserto. No Verão o Sol chega a brilhar durante 24 horas, ao contrário do Inverno em que não se vê um raio de Sol, nas regiões mais a Norte do estado. Este estado para além dos mais de três milhões de lagos possui também o maior número de geleiras activas do planeta, são mais de 100 000.
Fotos e textos tirados da Net
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terça-feira, outubro 09, 2007
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