terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Portugal é pioneiro em reutilizar pneus


A ideia de utilizar Betume Modificado com Borracha para pavimentar estradas salvaguarda o ambiente, reutilizando borracha velha, mas também diminui o ruído nas estradas e aumenta a segurança dos carros.
Há cada vez mais estradas a ser pavimentadas com asfalto feito de pneus velhos, cuja reutilização dá origem a um betume com características elásticas chamado Betume Modificado com Borracha (BMB). Para além de ser um conceito original, é uma ideia amiga do ambiente porque reduz significativamente o ruído nas estradas e aumenta em muito a segurança e a aderência dos carros.



A ideia foi apresentada por Portugal à Europa em Abril deste ano, na Eslovénia, pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), através da investigadora Maria de Lurdes Antunes. 'Neste aspecto, Portugal é pioneiro, mas o nosso projecto ao nível europeu, que vai começar agora, é criar uma grande base de dados de técnicas de pavimentação, entre vários laboratórios, para que os países com menos experiências na área possam começar a aplicar estas técnicas', explicou ao CM a investigadora.
Em Portugal, já são várias as estradas que são pavimentadas com esta substância. De acordo com estudos feitos na área, em algumas estradas registaram-se reduções de ruído de nove decibéis na camada de pavimento com betume com borracha.


Uma das principais empresas nacionais responsáveis por este sucesso é a Recipav, que produz e aplica o BMB. De acordo com o LNEC, embora esta seja uma opção mais cara, é muito mais durável. No entanto, a empresa Recipav esclarece que, em geral, 'os custos de construção com este tipo de betume são menores, quando comparados à construção de pisos convencionais'.


Numa estrada em que seja utilizado o BMB é possível reutilizar 4 mil pneus, por quilómetro, para uma largura de 12 metros e uma espessura com 4 centímetros. Desde que se lançou neste mercado, em 1999, a Recipav já forneceu vinte mil toneladas de BMB e pavimentou 370 quilómetros de estradas, reutilizando, assim, 1,2 milhões de pneus. O pavimento pode ser experimentado, por exemplo, na estrada Consiglieri Pedroso, em Queluz de Baixo, Barcarena. A segurança e a aderência são maiores e o ruído é mais suave. Para isso, foram aproveitados 1500 pneus.



O QUE É

O Betume Modificado com Borracha (BMB) é um betume com características elásticas, conferidas pela incorporação de borracha reciclada de pneus, sendo um elemento determinante em soluções de pavimentação rodoviária. Tem inequívocas vantagens técnicas, económicas, ambientais e também sociais.



PNEUS

Se for utilizado BMB para pavimentar uma estrada, por quilómetro, é possível reutilizar 4 mil pneus, para uma largura de 12 metros e uma espessura de 4 centímetros. A empresa Recipav já reutilizou 1,2 milhões de pneus.

Comentário:

Ora até que enfim, somos pioneiros em alguma coisa. Pelo menos na recuperação de borracha.

Fonte: Correio da Manhã

Fotos da Net

António Inglês


segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

NATAL EM SÃO MARTINHO DO PORTO, 2008


As crianças de São Martinho do Porto viveram ontem a sua festinha de Natal pelo segundo ano consecutivo, no Gimno Desportivo da Vila, numa organização conjunta da Assembleia e Junta de Freguesia, este ano também com a colaboração da Câmara Municipal de Alcobaça.

Queiramos ou não, a verdade é que a crise e o mau tempo que se fez sentir, não nos trouxe desta vez, a afluência esperada, que o ano anterior prometeu.

Porém, as quase cem crianças com as respectivas famílias, num total aproximado de quatrocentas pessoas, ficaram agradadas com o evento e a participação activa dos miúdos com as palhaças numa interacção brilhante, foram a nota dominante desta Festa.

Durante o evento foram dedicadas aos presentes, algumas palavras de Boas Festas proferidas pelo Presidente da Junta de Freguesia de São Martinho do Porto, Comandante Antunes Pereira, pelo Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Dr. Gonçalves Sapinho, pelo Pároco da Freguesia, Padre Joaquim, pelo representante da Assembleia de Freguesia, Dr. Ernesto Feliciano, e em nome da organização, por mim próprio, sem que o protocolo tivesse sido respeitado, mas onde o espírito natalício foi mais importante que tudo.

Foram menos de metade dos participantes do ano anterior, mas os que tiveram a coragem de enfrentar uma tarde chuvosa e de forte ventania, gostaram do que viram, principalmente a criançada que deu mostras da sua alegria durante o espectáculo, ora batendo palmas, ora gritando aos apelos da Palhaça Fru-Fru, ora pulando no insuflável, e acabando com as caritas pintadas pelas duendes. A magia esteve presente e o Pai Natal não teve descanso pois andou numa roda-viva com os garotos que não o largaram e se fartaram de passear pelo recinto às “cavalitas” do pobre Pai Natal.

O espectáculo terminou com a intervenção dos Palhaços Kaki e Pintarolas que no seu número alegre e bem disposto envolveram miúdos e graúdos, encerrando em beleza esta tarde-noite de festa natalícia.

Independentemente de algum desalento pela pouca assistência à Festa de Natal, a organização sentiu-se feliz porque a sua missão foi cumprida com muito empenho, muito carinho e muito amor.

Pessoalmente, voltei a sentir que o esforço empregue na organização deste evento foi amplamente compensado com as expressões de alegria da pequenada, e isso para mim foi mais que suficiente para me fazer sentir de bem com a vida e de consciência perfeitamente tranquila. Nada há no mundo melhor que as crianças e quero continuar a sentir-me entre elas com a alegria que as inundou ontem, certo de que pela vida fora se hão-de lembrar destes momentos mágicos que viveram no Natal de 2007 e 2008, e estou seguro que é a amizade, a união, o companheirismo, a solidariedade e a paz farão deles Homens e Mulheres de um amanhã que se quer próspero e feliz. Pelo menos é nisso que precisamos de acreditar.

Deixo-vos um pequeno apontamento em filme do que passou ontem em São Martinho do Porto.

António Inglês




sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

FESTA DE NATAL DAS CRIANÇAS DA FREGUESIA DE SÃO MARTINHO DO PORTO!


14 de Dezembro pelas 15 horas no Pavilhão Gimno-Desportivo da Escola EB2+3 S de São Martinho do Porto. Entrada livre.



Mais uma vez a Assembleia e a Junta de Freguesia de São Martinho do Porto, levam a efeito no próximo domingo uma Festa de Natal para as crianças desta lindíssima baía.

Com um cartaz bem preenchido, a Festa contará ainda, ao longo das cerca de três horas de espectáculos, algumas surpresas que muito agradarão a miúdos e graúdos.

O Pai Natal estará mais uma vez presente e distribuirá os presentes de Natal. Palhaços e Teatrinhos, Pinturas Faciais, Balões, um Insuflável e … surpresas!

Fica o CONVITE a todos aqueles que vivendo ou estando de fim-de-semana ou de passagem por São Martinho, nos queiram presentear com a vossa presença pois a quadra é efectivamente a Festa da Família.

António Inglês


quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

RENASCENDO!


Amigos, estou de volta!

Apetecia-me dizer tanta coisa, e tanta ficará por dizer, mas neste momento prefiro deixar apenas umas quantas palavras que servirão para aliviar a carga negativa que tudo isto me provocou. Foi difícil, mas cá estou!

Por enquanto, este regresso será feito lentamente, ao sabor do que irei descobrindo num corpo velho com recheio novo! (é assim que está o meu PC)

Foi um ataque… quase KO, que me abanou mas que não me fez cair. Afinal, tanta coisa importante armazenada que me era… é, imprescindível. Havia que agir depressa e salvar o que era possível salvar.

Pedi ajuda, gritei por socorro, corri em busca de auxílio e encontrei. Nem tudo correu às mil maravilhas, mas esta batalha embora deixando marcas, foi ganha! Graças ao profissionalismo de alguns amigos que responderam à chamada.

Quando se aproxima o Natal, andamos sempre mais nervosos, com os sentimentos à flor da pele, mais sensíveis, mas também mais abertos e prontos a perdoar tudo… ou quase tudo que a vida nos preparou. Pensamos que as coisas más e ruins só acontecem aos outros, mas não, as ratoeiras estão ao virar de cada esquina e na maioria das vezes até as olhamos mas não percebemos a maldade que encerram.

Por tudo isto, esta não era a melhor altura para me acontecer uma coisa destas! Mas aconteceu! É Natal, eu sei, e o tal espírito Natalício devia baixar sobre mim o seu manto de amor e compreensão.

Não, não consigo perdoar um ataque destes! É criminoso! É nojento! Repugnante mesmo, mas já passou. Obrigado a todos.

António Inglês


sábado, 6 de dezembro de 2008

ENCERRAMENTO DE BLOGUE


Amigos

Um ataque ignóbil veio através de uma mensagem que me destruiu o email e o messenger, bloqueando-me o PC.

Desconheço ainda neste momento, que estragos me foram causados, que documentos perdi e que outras acções este “virus” me provocou.

Quero desde já dizer a todos, que há já uns tempos que não vou a nenhum blogue precisamente para evitar qualquer contágio.

Quem tem o meu email, por favor, não o utilize, nem aceitem nenhuma mensagem que vos apareça em meu nome pois estou completamente bloqueado no messenger.

Da mesma forma, caso vos apareçam comentários feitos em meu nome nos vossos blogues, são falsos pelo que vos solicito, os rejeitem de imediato.
Quero acreditar que pelo menos os comentários que têm aparecido não terão problemas ainda, mas como desconheço a dimensão dos estragos, pode acontecer de um momento para o outro que os problemas comecem a aparecer.

Já solicitei ajuda que me irá verificar todo o computador e não sei se terei de perder tudo o que nele tenho guardado.

Assim, os meus blogues irão encerrar, para já temporariamente e só após a limpeza do PC saberei se voltarei da mesma forma ou não.

A todos peço compreensão e até breve espero!

Foto da Net

António Inglês


sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

WOLFGANG AMADEUS MOZART


Nascimento

Wolfgang Amadeus Mozart nasceu a 27 de Janeiro de 1756, pelas 20h00, na cidade de Salzburgo, na Áustria, o último dos 7 filhos de Leopold Mozart e Anna Maria Pertl Mozart, tendo sido baptizado um dia depois, na Catedral de São Ruperto, com o nome latino de Johannes Chrysostomus Wolfgang Gottlieb Mozart. Mozart passou a vida a mudar a forma como se chamava e a forma como era chamado pelos outros.



Nome

Os dois primeiros nomes de baptismo recordam que o seu dia de nascimento, 27 de Janeiro, que era o dia de São João Crisóstomo. "Wolfgangus" era o nome do seu avô materno. "Theophilus" era o nome do seu padrinho, o negociante Johannes Theophilus Pergmayr.

Mozart continuou, mais tarde, a fazer modificações ao seu nome, em especial o nome do meio, "Theophilus" (Teófilo) que significa, em grego, "Amigo de Deus". Só em raras ocasiões usou a versão latina deste nome, "Amadeus", que hoje tornou-se a mais vulgar. Preferia a versão francesa Amadé ou Amadè. Usou também as formas italiana "Amadeo" e alemã "Gottlieb".




Infância

Mozart foi uma criança prodígio. Filho de uma família musical burguesa, começou a compor minuetos para cravo com a idade de cinco anos. O seu pai Leopold Mozart foi também compositor, embora de menor relevo. Algumas das primeiras obras que Mozart escreveu enquanto criança foram duetos e pequenas composições para dois pianos, destinadas a serem interpretadas conjuntamente com sua irmã, Maria Anna Mozart, conhecida por Nannerl.

Em 1763 seu pai o levou, junto com a sua irmã Nannerl, então com 12 anos, numa viagem pela França e Inglaterra. Em Londres, Mozart conheceu Johann Christian Bach, último filho de Johann Sebastian Bach, que exerceria grande influência em suas primeiras obras.



Adulto

Entre 1770 e 1773 visitou a Itália por três vezes. Lá, compôs a ópera Mitridate, re di Ponto que obteve um êxito apreciável. A eleição, em 1772, do conde Hieronymus Colloredo como arcebispo de Salzburgo mudaria esta situação. A Sociedade da Corte vienense implicava com a origem burguesa e os modos de Mozart, e Colloredo não admitia que um mero empregado - que era o estatuto dos músicos, nessa época - passasse tanto tempo em viagens ao estrangeiro. O resto dessa década foi passado em Salzburgo, onde cumpriu os seus deveres de "Konzertmeister" (mestre de concerto), compondo missas, sonatas de igreja, serenatas, divertimentos e outras obras. Mas o ambiente de Salzburgo, cada vez mais sem perspectivas, levava a uma constante insatisfação de Mozart com a sua situação.

Em 1781, Colloredo ordena a Mozart que se junte a ele e sua comitiva em Viena. Insatisfeito por ser colocado entre os criados, pediu a demissão. A partir daí passa a viver da renda de concertos, da publicação de suas obras e de aulas particulares, sendo pioneiro nessa tentativa autónoma de comercialização de sua obra. Inicialmente tem sucesso, e o período entre 1781 e 1786 é um dos mais prolíficos de sua carreira, com óperas (Idomeneo - 1781, O Rapto do Serralho- 1782), as sonatas para piano, música de câmara (especialmente os seis quartetos de cordas dedicados a Haydn) e principalmente com uma deslumbrante sequência de concertos para piano. Em 1782 casa, contra a vontade do pai, com Constanze Weber. Constanze era irmã mais jovem de Aloisia Weber Lange, cantora lírica por quem Mozart se apaixonara poucos anos antes.



Em 1786, compõe a primeira ópera em que contou com a colaboração de Lorenzo da Ponte: As bodas de Fígaro. A ópera fracassa em Viena, mas faz um sucesso tão grande em Praga que Mozart recebe uma encomenda de uma nova ópera. Esta seria Don Giovani, considerada por muitos a sua obra-prima. Mais uma vez, a obra não foi bem recebida em Viena. Mozart ainda escreveria Così fan tutte, com libreto de Da Ponte, em 1789 (que seria a última colaboração de Lorenzo da Ponte).

A partir de 1786 sua popularidade começou a diminuir junto do público vienense, o que agravaria a sua condição financeira. Isso não o impediu de continuar compondo obras-primas, como Quintetos de cordas (K.515 em Dó maior, K.516 em Sol menor em 1787), Sinfonias (K.543 em Mi bemol maior (nº39); K.550 em Sol menor (nº40), que a sua música mais importante e famosa; K.551 em Dó maior (nº41) em 1788), e um Divertimento para Trio de Cordas (K.563 em 1788), mas nos seus últimos anos a sua produção declinou devido a problemas financeiros, à precariedade da sua saúde e da sua esposa Constanze; aliados a uma crescente preocupação do compositor em relação à sinceridade do amor que esta o dedicava e à crescente frustração com o não reconhecimento.



Últimos Dias

Em 1791 compõe suas duas últimas óperas: A Flauta Mágica e A Clemência de Tito, seu último concerto para piano (K.595 em si bemol maior) e o belo Concerto para clarinete em lá maior (K.622). Na primavera desse ano, recebe a encomenda de um Requiem (K.626). Contudo, trabalhando em outros projectos e com a saúde cada vez mais enfraquecida, morre à uma hora da manhã da madrugada de 4 para 5 de Dezembro, deixando a obra inacabada (há uma lenda que diz que o Requiem estaria sendo composto para tocar em sua própria missa de sétimo dia). Será completada por Franz Süssmayr, seu discípulo. No dia 6 de Dezembro, às 15 horas seu corpo é levado para a Igreja de Santo Estevão para uma cerimónia sem pompa nem música. Süssmayr, Salieri e mais três pessoas acompanham o cortejo até às portas de Viena, porém o mau tempo os faz retornar. Constanze Weber, sua esposa, não quis acompanhar o cortejo pois estava deveras abalada, não saindo sequer de casa naquele dia. Mozart foi enterrado numa vala comum, no cemitério de São Marx, em Viena. Até hoje não se sabe ao certo o local exacto de seu túmulo.

Wikipédia

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António Inglês




quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

TRATADO PROÍBE BOMBAS DE FRAGMENTAÇÃO


Oslo - Cem países, incluindo Portugal, assinaram ontem, em Oslo, um tratado que proíbe as bombas de fragmentação, numa cerimónia que ficou marcada pela ausência dos maiores fabricantes dessas armas, os Estados Unidos, a Rússia e a China.


A Noruega foi a promotora do processo de proibição e foi a primeira a assinar o acordo alcançado em Dublin, em Maio passado, e que proíbe a produção, uso, armazenamento e comércio das bombas de fragmentação e que obriga os signatários a ajudar os países e as pessoas vítimas dessas bombas. Jens Stoltenberg, o primeiro-ministro norueguês afirmou que «o mundo não será o mesmo» depois da assinatura do tratado.



A ausência dos principais fabricantes destas armas limita o alcance do tratado tendo sido feito um apelo durante a cerimónia de assinatura do tratado para que mudem de opinião. Washington já respondeu ao pedido reiterando sua oposição à proibição argumentando que «uma proibição das bombas de fragmentação feita de um modo tão geral colocará em perigo as vidas dos nossos homens e mulheres e dos nossos aliados.»

O principal problema deste tipo de arma é o facto de não rebentarem por inteiro o que faz com que várias centenas de «bombas» menores se dispersem num perímetro alargado, convertendo-se assim, em minas antipessoais, proibidas pela Convenção de Ottawa de 1997.


Jornal Digital




O que são bombas de fragmentação?

As bombas de fragmentação são armas largadas do ar que que quando caem soltam dezenas, ou mesmo centenas, de sub-bombas numa área extensa equivalente a vários campos de futebol.

As sub-bombas explodem ao entrar em contacto com qualquer alvo. Das questões mais polémicas no que toca a este tipo de arma é o que acontece quando as sub-bombas falham a detonação no impacto e se tornam numa espécie de minas anti-pessoais que afectam civis mesmo depois de terminados os conflitos, durante meses ou anos, como o que se tem passado no Sul do Líbano na sequência da guerra entre o Hezbollah e Israel. Por outro lado, muitas vezes, devido à sua capacidade de dispersão e fragmentação, espalham-se por áreas populosas.

Um terço dos afectados por bombas de fragmentação são crianças. Os explosivos impedem as populações de usar terrenos, de ter acesso a hospitais e escolas e podem permanecer uma ameaça durante décadas, sendo mais letais do que as minas.



As bombas de fragmentação foram utilizadas em muitos conflitos no mundo inteiro, depois da Segunda Guerra Mundial. Desde a guerra do Vietname, Líbano, Guerra do Golfo, Bósnia-Herzegovina, Afeganistão ao Iraque, entre outros.

De acordo com a Cluster Munition Coalition (CMC), rede de cerca de 200 organizações nacionais e internacionais da sociedade civil para a não-proliferação de armas de fragmentação, cerca de 31 países, sobretudo em vias de desenvolvimento, são ou foram afectados pelas bombas de fragmentação.

Segundo a CMC, 14 países usaram este tipo de arma, sendo eles os Estados Unidos, França, Israel, Rússia, Reino Unido, Holanda, Etiópia, Sudão, Nigéria, Eritreia, Arábia Saudita, Jugoslávia, Marrocos e Tajiquistão.

Cerca de 76 países têm milhões de sub-munições armazenadas. De acordo com dados oficiais, 34 estados do mundo produzem ou já produziram mais de 200 tipos de armas de fragmentação.

JPN- Jornal Digital

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António Inglês