Esbienconocidoelbuen humor casi habitual del papa Wojtyla, sin embargo, posiblementecuando más se hareídofueconelpayasoJapo (vídeo duración 7' 36").
“Este pequeno filme foi-me enviado pela nossa amiga ARAMIS, que muito agradeço.
Como não podia deixar passar um momento como este, resolvi partilhar convosco uma faceta de João Paulo II que muitos de nós desconhecíamos. Vale a pena ver.”
“Foi hoje oficialmente inaugurado o Centro Comercial Vivaci nas Caldas da Rainha com entradas permitidas apenas a quem tinha convite. Amanhã o Vivaci abrirá as suas portas ao público em geral, esperando-se uma daquelas enchentes à moda antiga, tal a expectativa que o espaço está a gerar na populaçãoda região.
Caldas da Rainha junta-se desta forma à maioria das grandes cidades portuguesas, oferecendo agora aos seus habitantes um lugar agradável onde é possível encontrar lojas das melhores marcas do mercado.”
AI.
Os moradores e comerciantes no Bairro Lisbonense não vêem a hora dos trabalhos ficarem concluídos, pelos transtornos que o ruído, movimentação e ocupação do estaleiro de obras provocaram. Mas segue-se outra fase difícil – a de adaptação ao previsível grande afluxo de pessoas ao novo centro comercial. O certo é que o sossego naquela zona jamais será o mesmo. Nesta altura fica também a dúvida se foram implementadas as melhores soluções para a circulação rodoviária e pedonal, o que só se conseguirá avaliar após a abertura. Segundo o JORNAL DAS CALDAS apurou, a empresa construtora, do Grupo FDO, garante que as obras terminarão antes da inauguração do centro comercial, que representa um investimento total de 34,6 milhões de euros e permitirá a criação de cerca de mil postos de trabalho directos e indirectos.
O novo Vivaci possui uma área bruta de construção total de 32.756 metros quadrados e uma área bruta locável de 14.200 metros quadrados. Terá quatro pisos comerciais, 60 lojas, 14 restaurantes, cinco salas de cinema, um supermercado e um parque de estacionamento coberto em três pisos subterrâneos com capacidade para 460 viaturas.
Foi já confirmada a presença de várias lojas do Grupo Inditex – com as insígnias Kiddy´s Class, Pull & Bear, Oysho, Stradivarius, Bershka e ZaraLefties –, bem como da loja de roupa para crianças Zippy, da loja de moda Tribo, da PageOne, da loja de desporto Sportzone, da livraria Bertrand, da Multiópticas, do supermercado Pão de Açúcar, da loja de electrodomésticos Rádio Popular, dos Cinemas Vivacine em parceria com a ZonLusomundo, da cervejaria Portugália e da BurguerRanch. O MilleniumBCP terá uma agência no novo centro comercial. A comercialização do Vivaci Caldas da Rainha é da responsabilidade da JonesLangLaSalle.
Caso não fuja às semelhanças com o mais novo centro comercial Vivaci, inaugurado na Guarda, disporá de algumas valências que o tornam um centro ecológico, com o pré-tratamento de esgotos e o sistema de poupança de água – através de colocação de torneiras temporizadas e do aproveitamento da água dos reservatórios de incêndio para alimentação de torneiras de serviço e de lavagem.
Na mesma linha, quanto ao sector da segurança, disporá de um sistema automático de detecção de incêndios e de vigilância em circuito fechado de televisão. O espaço comercial integrará ainda portões corta-fogo nos parques, bem como processos automáticos de extinção de incêndios, de desenfumagem dos estacionamentos e de detecção de fugas de gás nas caldeiras, entre outras valências. O espaço possuirá ainda escadas rolantes. A Central de Informação foi a agência escolhida, em concurso, para a campanha de lançamento e o evento de inauguração do centro comercial. O projecto incluiu toda a comunicação externa junto da população, bem como a gestão da comunicação junto dos media. A construção foi efectuada ao longo de 19 meses. Inicialmente estava previsto chamar-se Fórum Teathrum, mas a FDO preferiu o seu novo conceito denominado Vivaci (”uma cidade mais viva”), insígnia sob a qual tem neste momento dez projectos de centros comerciais em desenvolvimento (Guarda, Caldas da Rainha, Maia, Évora, Setúbal, Lamego, Barcelos, Felgueiras, Beja e Vila Nova de Gaia), num investimento global de 400 milhões de euros. A derrocada da fachada do Hotel Lisbonense, em Julho deste ano, que a FDO estava a requalificar, fez atrasar a reabertura da unidade hoteleira, o que agora se prevê para o primeiro semestre de 2009. Contudo, esta era já a data agendada quando o Vivaci Caldas foi apresentado à imprensa, em Outubro de 2007, pelo que a abertura em simultâneo nunca foi uma promessa do promotor imobiliário.
Na última decisão da Câmara Municipal sobre a obra do Hotel Lisbonense, devido a um requerimento apresentado pela FDO relativo às condicionantes da execução que originaram a replanificação dos trabalhos, foram aceites as seguintes datas para construção da estrutura e alvenarias do Hotel: Até 30 de Novembro, a execução da estrutura de betão armado do Hotel até à quarta laje; Até 30 de Dezembro, a execução da estrutura da cobertura; Até 30 de Janeiro de 2009, a conclusão de toda a estrutura e alvenarias.
Foi aceite uma garantia bancária, que será accionada caso as obras do Hotel não se encontrem concluídas nos prazos referidos.
Os vereadores do PS votaram contra, explicando que “apesar da mais valia que será para a cidade, trata-se de uma construção e não já uma reconstrução com salvaguarda da memória histórica e construtiva do imóvel e a não consecução de um projecto urbanístico que possibilite a ligação do Hotel/Centro Comercial ao Centro Histórico e ao Centro Termal”.
Concorrência da Sonae
“E se pensavam que ficávamos por aqui, enganaram-se! Preparem-se porque vem aí outro grande espaço! Não há fome que não dê em fartura.
Neste último ano a cidade vê inauguradas duas grandes obras que engrandecem o Concelho. O CCC e agora o VIVACI. É obra!”
AI.
Já com a construção do centro comercial em curso, a FDO foi surpreendida com o anúncio da instalação de outra grande superfície nas Caldas da Rainha – o Centro Bordalo (ex-Rainha Shopping), da Sonae, o que levou à elaboração de uma carta de protesto enviada ao presidente da Câmara.
“Para garantir a estabilidade mínima deste investimento, é necessário que seja garantido apenas o Vivaci Caldas da Rainha, permitindo à FDO e aos lojistas deste empreendimento condições mínimas de funcionamento e de gestão do seu negócio que garantam o sucesso desta operação. Bastou por exemplo, ser do conhecimento dos lojistas em geral que a Sonae já está a comercializar o possível centro comercial deles, que já não assinaram os contratos, até que seja aprovado ou não este novo projecto”, manifestou na ocasião Manuel Ferreira Dias, presidente da FDO.
O empresário pediu a Fernando Costa que tivesse em conta que “a eventual presença de outro centro comercial na cidade das Caldas da Rainha só deverá ser uma realidade após o período mínimo da maturidade do Vivaci Caldas da Rainha”.
A carta serviu de pressão e a autarquia acabou por retardar a aprovação do centro comercial da Sonae, que está ainda em fase de licenciamento.
A FDO já anteriormente tinha estado em litígio com a Câmara das Caldas, por causa da construção do Centro Cultural e de Congressos (CCC). O concurso público tinha sido ganho pelo consórcio Ensul/FDO, mas desentendimentos quanto ao pagamento de equipamentos que não foram especificados no caderno de encargos desta infra-estrutura levaram o caso a tribunal. A autarquia chegou a acordo com o consórcio, que desistiu da construção, que viria a ser adjudicada à empresa Mota-Engil, Engenharia e Construção SA.
Foi nessa altura que a FDO manifestou interesse em construir um centro comercial junto ao Hotel Lisbonense.
No Japão, um dos produtos mais vendidos numa loja on-line de lingerie é o sutiã para homens, informa a agência Reuters. A Wishroom foi inaugurada há duas semanas no «shopping virtual» Rakuten e já vendeu mais de 300 sutiãs masculinos, ao preço de 30 dólares cada.
«Gosto desta sensação», diz MasayukiTsuchiya, representante da loja, enquanto exibe o sutiã masculino, que pode ser vestido discretamente sob a roupa. AkikoOkunomiya, directora-executiva da Wishroom, afirma-se surpreendida com a intensa procura do sutiã masculino: «Cada vez mais homens estão interessados no sutiã. Desde que lançámos o produto, recebemos mensagens dos clientes a dizer que estavam à espera disto há muito tempo».
O sutiã está disponível em preta, rosa e branco, mas não é de fácil aceitação para todos os homens. A lingerie, aliás, provocou fortes discussões na rede social Mixi, a principal do Japão, pois cerca de oito mil usuários discutiam os méritos de os homens usarem uma peça íntima que «pertence» às mulheres.
1ª Entrega GRÁTIS no seu hipermercado on-line.
Portugal Diário
Fotos da Net
“Vá lá, sorriam! Esta é mesmo só para desanuviar um pouco!
De vez em quando sabe bem, publicar assim uns disparates, ou não?
Além disso, SORRIR até faz bem à saúde meus amigos!!!”
Dia 25 de Novembro é considerado o Dia Internacional contra a Violência Doméstica, e foi eleito como o Dia Internacional de Combate à Violência contra a Mulher, em homenagem às irmãs revolucionárias Patrícia, Minerva e TerezaMirabal, presas, torturadas e assassinadas em 1960 a mando do ditador da República Dominicana, Rafael Trujillo.
Para mim nem deveria existir este dia. É triste que tenhamos de andar sempre de dia em dia, comemorando isto e aquilo, chamando a atenção do mundo para os problemas que afectam a humanidade. É sinal de que o homem não aprende, não evolui, não cresce.
Para mim, todos os dias são dias de! Todos os dias o homem deveria lembrar-se de que tem um papel importante no mundo e tem de ser inteligente, racional, sensível, carinhoso, dedicado, estudioso, solidário, digno, sério, colaborante, empreendedor, amigo, pai, amante! Numa palavra: Exemplo!
Sei que é difícil e infelizmente a realidade anda longe do ideal. Mas o homem tem de mostrar que é Homem, porque Alguém lhe facultou a sabedoria, porque esse é o seu papel e não porque exerce sobre os mais fracos de forma ignóbil, o seu poder.
Para mim, todo aquele que utiliza a força para humilhar, maltratar ou subjugar, não tem o direito de se considerar HOMEM!
Gostaria de abordar um tema relativo à violência doméstica, que na maioria das vezes não vejo aflorado nestas ocasiões. Refiro-me concretamente a outra forma de violência, a violência verbal, que embora não se mostre tão visível no imediato, vai minando o ser humano, ao ponto de muitas vezes levar a situações nada aconselháveis ou de desfecho imprevisível! Quando se perde o respeito entre seres humanos, ou entre casais, perde-se tudo! E não interessa mostrar arrependimento porque o acto está lá! Ficou ! E abriu precedente perigoso que não se apagará.
No entanto, eu ainda acredito que é possível! Eu ainda acredito no homem! E por isso, faço chegar a minha voz à de muitas que neste dia se levantam para dizer BASTA!
Seis municípios do distrito de Lisboa uniram esforços para recuperar as Linhas de Torres. O projecto orçado em dois milhões de euros e que ontem viu inaugurado o circuito da Enxara, no concelho de Mafra, visa preservar parte do sistema de fortificações militares construído entre 1809 e 1810, que teve por objectivo travar a terceira invasão francesa. O que viria a acontecer em Novembro de 1810, quando o marechal Massena renunciou a atacar e retirou, dirigindo-se para Santarém.
Das 152 estruturas militares construídas na época, restam 118. Destas, o projecto visa recuperar 30 até Dezembro de 2010. A iniciativa irá também abrir circuitos pedestres ao longo dos 85 quilómetros de fortificações, cuja eficácia bélica alcançada determinou o início do caminho ascendente do Duque de Wellington perante as tropas napoleónicas, que culminou com a vitória sobre Napoleão a 18 de Junho de 1815, na batalha de Waterloo.
O investimento do circuito da Enxara envolve a animação de réplica de um telégrafo semelhante ao existente na época. Um primeiro passo para explicar o complexo sistema de comunicações existente no século XIX que permitia a distribuição de informações desde o rio Tejo até ao Atlântico.
Com vista à preparação da comemoração do Bicentenário das Linhas de Torres, a realizar entre 2009 e 2010, terminou ontem o seminário ‘A Importância das Linhas de Torres na Europa’.
Numa obra de engenharia sem paralelo, erguer mais de uma centena de fortes levou a que 150 mil camponeses fossem chamados. Também cerca de 200 mil pessoas abandonaram as suas casas a norte das linhas, perante a investida dos franceses.
O efectivo militar criado foi também gigantesco: 25 mil milícias e 11 mil ordenanças portuguesas, oito mil espanhóis e 2500 fuzileiros ingleses. Como tropas regulares, Wellington dispunha de 34 mil ingleses e de 24 500 portugueses.
Estava criada uma máquina de guerra de mais de cem mil homens que à retirada francesa avançou para Espanha. A 27 de Julho de 1813, após a batalha dos Pirenéus, o duque de Welligton viria a chamar aos militares portugueses, pela sua coragem, "os meus galos de combate". A 7 de Outubro era dada ordem para avançarem para França. É este património militar que seis concelhos querem manter vivo.
Segundo explicou Gertrudes Cunha, vereadora da Cultura da Câmara de Arruda dos Vinhos, o projecto Rota Histórica das Linhas de Torres "pretende trazer o desenvolvimento sustentado da região com a criação de uma rota turístico-cultural, militar, ambiental e de grande projecção internacional". Arruda dos Vinhos, Vila Franca de Xira, Sobral de Monte Agraço, Mafra, Loures e Torres Vedras são os concelhos envolvidos.
LINHAS DE TORRES
Edificadas, a partir de 1809, por ordem do general Wellesley, as Linhas de Defesa de Lisboa, ou Linhas de Torres, são um conjunto de 152 fortificações que se estendia por cerca de 80 quilómetros, distribuídas entre Torres Vedras e o rio Tejo, e que asseguravam a defesa desde a costa atlântica até ao estuário do rio.
FORTE GRANDE OU DO ALQUEIDÃO
Localizado na Serra de Montagraço, a 439 metros de altitude, começou a ser construído a 4 de Novembro de 1809. Capacidade para uma guarnição de 1590 militares. Número de peças de artilharia: 25. Fica no concelho de Sobral de Monte Agraço, dois quilómetros a Sul da vila.
João Saramago
Correio da Manhã
"A fazer fé na notícia, estão os municípios de parabéns porque sobretudo deitam mãos à obra de recuperação de património histórico nacional que em muitos casos se encontra em completo abandono. Bom seria que outros municípios de outros distritos do país, lhes seguíssem o exemplo. Boas novas portanto".