quarta-feira, 15 de outubro de 2008

PROPONHO-LHE UM EXERCÍCIO!

Nº 1

1 - Conseguirá encontrar algumas semelhanças entre as fotos?


Nº2

2 – E diferenças?


Nº3

3 – De qual das fotos gosta mais?



Nº4

4 – Que sentimento lhe provocaram as fotos?



Nº5

5 – Conhece casos semelhantes?


Nº6

6 – Quem será mais irrequieto, o bebé ou o felino?



Nº7

7 – Tem algum animal em casa?



Nº8

8 – Qual foi o primeiro comentário que lhe apeteceu fazer quando viu as fotos!



Fotos enviadas recentemente por uma amiga!



9 – Se tivesse um gato, que nome lhe daria?



António Inglês


domingo, 12 de outubro de 2008

Ó GENTE DA MINHA TERRA A ALMA LUSITANA ESTÁ AÍ

Hoje foram momentos de reflexão porque a situação ameaça complicar-se.
Como vos disse anteriormente, nós Portugas sabemos elevar a alma de forma sublime!
Deixo-vos um dos mais belos momentos da canção nacional que espelham o que vos disse!
Uma boa semana para todos!


ORA TOMEM LÁ MAIS ESTA!



Estado quase não paga por usar prédios da Câmara



Uma renda em Lisboa de 26 cêntimos


O Ministério da Justiça paga uma renda de 26 cêntimos à Câmara de Lisboa pelo rés-do-chão de um prédio em Telheiras onde funciona um julgado de paz.

De acordo com dados da autarquia a que a agência Lusa teve acesso, os ministérios da Justiça e da Administração Interna têm fixada uma renda mensal de 622 euros cada (desde 1996) pela ocupação do primeiro andar dos números 16 a 22 da Rua de São Lázaro.

Na mesma freguesia (Pena) um aluguer de um apartamento T2 com uma área útil de 80 metros quadrados pode chegar aos 800 euros/mês.





O Ministério do Ambiente paga, no centro histórico de Lisboa, uma renda de 240 euros.


Já pela ocupação da Rua do Século nº 63, a Secretaria-Geral do Ministério do Ambiente tem uma renda de 239,86 euros, numa zona (Santa Catarina) onde alugar um apartamento de três assoalhadas com uma área de 90 metros quadrados pode custar 950 euros.

Estes “custos da capitalidade”, estimados em centenas de milhões de euros, incluem não só rendas simbólicas definidas para determinados serviços do Estado, como também valores acumulados ao longo de anos de dívidas da Administração Central à Câmara de Lisboa, como os terrenos do Aeroporto da Portela.

Sobre este caso, a autarquia tem uma acção judicial contra a ANA, interposta em 1990, no mandato do Presidente Jorge Sampaio, que nunca foi julgada.

Há cerca de um ano, o ex-vereador das finanças Fontão de Carvalho, em declarações à Lusa, afirmou que em 90 esta dívida “rondava os 250 milhões de contos”

24 Horas de 12/10/08




Fotos da Net

António Inglês


CRISE FINANCEIRA

Uma das torres do Banco Dexia

Dexia pagou jantar de luxo no Mónaco a 200 convidados, apesar das dificuldades


Bruxelas - O banco franco-belga Dexia, um dos que na Europa mais sofreu com a crise nos mercados financeiras, pagou na quinta-feira um jantar de luxo a mais de 200 convidados num hotel de Mónaco, noticia a agência de notícias belga.

O jantar, cujo custo foi mantido em segredo, teve lugar na Sala Império, a principal do Hotel de Paris, e teve como mote o lançamento da filial do Dexia para a banca privada no principado do Mónaco, adianta a mesma fonte.

O presidente da instituição financeira, Hugo Laat, deveria ter discursado no evento, mas a intervenção foi cancelada "devido à crise".


Viagens de luxo...

Também a divisão seguradora do grupo Fortis, desmembrado devido à crise, ofereceu sexta-feira a corretores de seguros um repasto noutro luxuoso hotel monegasco, segundo a imprensa belga.

Devido à situação difícil em que caiu devido à crise nos mercados financeiros, Bélgica, França e Luxemburgo injectaram 6.400 milhões de euros no Dexia.

Em Paris e em Bruxelas estão agora a tratar da substituição dos principais responsáveis da instituição.

A injecção de dinheiros públicos para resgatar instituições financeiras tem gerado polémica, havendo uma linha de argumentação que defende que deveriam ser os seus accionistas e responsáveis a pagar a "factura" pela falta de prudência que conduziu à situação de insolvência.

Um caso semelhante ao dos jantares de luxo do Dexia surgiu esta semana nos Estados Unidos, onde a AIG/Life que, para comemorar o evitar da falência, conseguido com a ajuda pública, gastou centenas de milhar de dólares num luxuoso "resort" californiano, levando a Casa Branca a classificar de "repugnante" a conduta dos executivos de topo.


Krug o champanhe mais caro do mundo - 600€ cada garrafa...

A seguradora American International Group Inc. - AIG foi salva "in extremis" da falência através de uma injecção de 85.000 milhões de dólares (62.000 milhões de euros) aprovada pela administração do Presidente George W.Bush.

De acordo com um inquérito parlamentar em curso, os executivos em causa - que não do sector financeiro da seguradora, alegadamente responsáveis pelo descalabro - esbanjaram 440.000 dólares (320.000 euros) no "resort", em banquetes faustos, spa e partidas de golfe.

"É repugnante", declarou indignada Dana Perino, porta-voz da Casa branca.

A AIG/Life pagou todos os gastos a estes executivos no "resort" Saint Regis, a sul de Los Angeles, Califórnia.

Da despesa global, 23.380 dólares (17.000 euros) foram para tratamentos vários no spa, de acordo com facturas na posse da comissão parlamentar que conduz a investigação.

PDF/JHM. - LUSA, 11 de Outubro de 2008


Grandes banquetes...

Comentário

Ainda nem me tinha recomposto da postagem anterior, e eis que me aparece no computador, (sim porque ainda o pude comprar a “bochechos”), esta brilhante notícia que vem ao encontro do comentário que então fiz. Afinal A CRISE, é mesmo só para uns, melhor dizendo, quem a suporta é o “mexilhão”, a “arraia miúda”, o “povo trabalhador”, seja ele português, inglês, francês, russo ou americano, porque os outros, aqueles que para ela contribuíram, ou pelo menos mal souberam controlá-la nas instituições que gerem, para esses, a vida continua á grande e á francesa, seja à custa de quem for, normalmente os do costume.



Vista geral do Mónaco

A ambição perdeu o homem (desde sempre, que o diga Ícaro), e pôs em causa a sobrevivência das populações. No Meio ambiente é o que se sabe, na Saúde é o que se vê... ou o que não se vê, na Educação alguém que nos acuda, na Segurança nem é bom falar e nas Finanças... os resultados estão à vista!

Preparem-se os portugueses, porque muito provavelmente a verdadeira crise ainda não nos bateu bem à porta, ou melhor, bater já bateu, só que ainda não entrou bem ou então ainda dá para ir escondendo a verdadeira realidade das famílias. E este é um dos grandes flagelos da nossa sociedade a “pobreza envergonhada” que invadiu já muitos dos lares de Portugal.


Luxos só para alguns...

É nestas alturas que nós, “portugas dum caneco” costumamos cerrar os dentes e fileiras e enfrentamos as dificuldades pelos “cornos”, mas temo muito que a coragem nos vá faltando! Com exemplos como estes... e se calhar com outros que ainda nem se conhecem, vamos precisar mesmo de muita coragem! Por alguma razão somos HERÓIS DO MAR, NOBRE POVO, NAÇÃO VALENTE!



"Resorts" a preços fora do comum...

Fotos da Net

António Ingês


PALÁCIOS DE LISBOA A PREÇOS DE SALDO

Câmara Municipal de Lisboa


Lisboagate

Na sequência do processo de alegados favorecimentos na atribuição de casas em Lisboa, António Costa revelou aos vereadores o património da autarquia. Onde há 16 palácios, com inquilinos que pagam rendas de amigo

A Câmara de Lisboa tem 16 palácios históricos, com milhares de metros quadrados arrendados, por quantias quase simbólicas a 101 particulares, empresas e instituições. Na lista que António Costa distribuiu esta quarta-feira aos vereadores da autarquia, e à qual o DN teve acesso, constam os palácios Alarcão, Benegazil, Braamcamp, Cabral, da Folgosa, da Mitra, dos Condes de Figueiró, Monte Real, Relvas, Ulrich, São Cristóvão, Banhos de São Paulo, dos Távoras, Marim Olhão, Pancas Palha e o Convento das Bernardas.


Banhos de São Paulo


Entre os inquilinos destes palácios, que pertenceram a famílias nobres portuguesas e que são hoje em dia parte do património disperso da CML, estão instituições como a Polícia de Segurança Pública, que não paga renda pela ocupação do Palácio da Folgosa, a Santa Casa da Misericórdia, que está no Palácio Monte Real, na Rua se São Mamede ao Caldas, e não paga também nem um cêntimo. A Associação Nacional de Freguesias está no Palácio da Mitra, arrendado por 350 euros, o preço de um quarto em Lisboa. O Clube TAP Air Portugal está no Palácio Benegazil, onde paga 531,70 euros, e a Confederação do Turismo Português ocupa o Palácio Pancas Palha, onde paga 664,35 euros, ou seja o preço de um T1 ou T2 numa zona menos nobre da cidade.

Mas os institutos também têm direito a preços de amigo. O Instituto de Estudos Estratégicos Internacionais paga 72,30 euros pelo Palácio de São Cristóvão, onde está ainda o Gabinete Português de Estudos Humanísticos, que paga a módica quantia de 53,46 euros. A Associação de Arquitectos Portugueses está no Palacete dos Banhos de São Paulo a custo zero, sem qualquer renda a pagar.


Palácio da Folgosa


A maior leiloeira portuguesa ocupa centenas de metros quadrados no Palácio Marim Olhão, na Calçada do Combro, e paga de arrendamento o que muitas famílias pagam por um T3: 1.100,32 euros por uma das fracções. Uma firma de fixações, parafusos e outros metais chamada Pecol está no Palácio Alarcão, onde aluga duas fracções. Uma por 57,07 euros e outra por 62 euros. Um caso pouco exemplar é o do Palácio dos Távoras, na Mouraria, onde estão dezenas de inquilinos, com rendas que vão desde os 2,22 euros aos 58,89 euros.

Mas os ateliers de artistas são outros dos pratos fortes da lista que António Costa deu aos vereadores. Artistas de renome nacional e internacional têm arrendados à CML ateliers por dezenas de euros, contrastando com as centenas, e na maior parte dos casos, milhares de euros que rendem as suas obras. Gracinda Candeias, Teresa Magalhães, Eurico Gonçalves, Luís Filipe Abreu, Henrique Ruivo, Victor Belém, Isabel Laginhas, Inácio Matsinhe ou Lagoa Henriques são alguns dos beneficiados, na maior parte com arrendamentos que datam de 1990, mandato de Jorge Sampaio. Há um caso em que não há sequer lugar ao pagamento de renda. A artista Romy Castro "paga" zero de renda. |

FRANCISCO ALMEIDA LEITE

Diário de Notícias , 11 Outubro 2008.



Palácio da Mitra


Comentário

E ao que consta a lista não se acaba aqui pois o número de inquilinos da Câmara Municipal de Lisboa ascende a 4222, segundo ouvi esta noite no noticiário da SIC. Percebe-se agora porque as contas da autarquia lisboeta andam pelas ruas da amargura...

Enfim, este é o espelho do país que viveu sempre deste tipo de “ajudas” para alguns, vá lá saber-se porquê...

Há pouco tempo, ouviu-se da boca do Presidente da Câmara de Loures, que muitos dos moradores dos Bairros Sociais pagavam uma renda simbólica à edilidade, se a memória não me atraiçoa, cerca de dois ou três euros, e mesmo assim muitos não cumpriam com esse pagamento há muitos meses. Curiosamente, foram entrevistados alguns moradores desses bairros afirmando que quando voltaram a suas casas tinham verificado que tinham sido assaltados e lhes tinham roubado televisões, plasmas, play-stations, vídeos, etc. A eles que nem com a renda simbólica cumprem. Seguramente que de entre a maioria destes moradores muitos vivem de subsídios de desemprego e do subsídio de inserção social.... mas tudo bem, é tudo em nome da justiça social!

Coitados, pobres diabos que nem emprego têm...



Palácio dos Távoras


A imaginação de uns quantos governantes não pára e as provas de má gestão estão a vir ao de cima. Muito ainda estará por descobrir por esse país fora porque estes exemplos não se confinam à capital. É só uma questão de vontade e tudo se descobrirá certamente.

Engraçado porque tenho 58 anos, voltei ao mercado de trabalho e arranjei-o! Preciso dele, é duro, mas estou feliz porque trabalho. Nunca ninguém me deu nada, nem me beneficiou rigorosamente em nada e vejo-me “à rasquinha” para pagar as contas... é assim, uns são filhos, outros enteados!

Porca de vida esta, que em cada dia que passa nos vai mostrando que andam uns a pagar para os outros!

E tem esta gente a lata de nos ameaçar com a penhora dos bens, se nos atrasamos no pagamento de um imposto! E a eles, também lhes penhoram os bens quando não pagam? Ou quando se atrasam?



Palácio Marim Olhão


Talvez que se me tivessem contemplado com algumas destas benesses, não andasse sempre a contar os tostões para poder cumprir com a as minhas obrigações por forma a andar de cara levantada!

Reservo uma esperança final, é que um dia destes me saia o Euromilhões! O problema é que muitas vezes os “tostanitos” já não dão para jogar! Faz-me lembrar aquele pobre homem, que vivendo em dificuldades, passava diáriamente pela igreja e pedia Ao Senhor para lhe fazer o milagre de lhe sair a taluda. Tantas vezes o fez que um dia O Senhor lhe disse: homem, eu até te fazia o milagre mas tu vê lá se compras pelo menos uma cautela... Por aqui me fico!


António Inglês


Palácio Monte Real - Foto de Dias dos Reis


Fotos da Net


sábado, 11 de outubro de 2008

DIA MUNDIAL DOS CUIDADOS PALIATIVOS


Os cuidados paliativos definem-se como uma resposta activa aos problemas decorrentes da doença prolongada, incurável e progressiva, na tentativa de prevenir o sofrimento que ela gera e de proporcionar a máxima qualidade de vida possível a estes doentes e suas famílias.




Quase metade dos portugueses desconhece o que são cuidados paliativos


Quase metade dos portugueses (47 por cento) afirma desconhecer o que são cuidados paliativos, para minimizar os efeitos de doenças prolongadas e incuráveis, e os que dizem saber referem-se a conceitos errados, revela um estudo divulgado ontem. Hoje assinala-se o Dia Mundial dos Cuidados Paliativos.


"É preocupante este nível de desinformação, ainda mais tratando-se de um direito humano e de cuidados de saúde que visam intervir e prevenir o sofrimento. Ninguém pode reclamar um direito se não sabe que ele existe", comentou Isabel Neto, presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP).

Segundo o estudo, dos 38 por cento que afirmam saber (15 por cento revelaram ter "uma ideia"), a grande maioria referiu-se a conceitos que não correspondem à verdade, como "pessoas internadas em cuidados intensivos", "cuidados a idosos" ou "cuidados a pessoas acamadas".



"É indigno que ainda hoje as pessoas tenham sofrimento no final das suas vidas e relembro que este final pode corresponder a um período de semanas, meses ou anos. Ao contrário do que muitos portugueses pensam, os cuidados paliativos servem para muito mais do que os últimos dias de vida", acrescentou a responsável.

Os cuidados paliativos definem-se como uma resposta activa aos problemas decorrentes da doença prolongada, incurável e progressiva, na tentativa de prevenir o sofrimento que ela gera e de proporcionar a máxima qualidade de vida possível a estes doentes e às suas famílias.

Mais de metade dos inquiridos (52 por cento) pensa que existem cuidados paliativos em um ou dois hospitais públicos e 61 por cento acha que deveriam existir cuidados paliativos em todos os hospitais públicos.



Isabel Neto sublinha que a "desinformação continua", já que existem 15 unidades credenciadas e treinadas. No entanto, reconhece que esse número é "escasso", já que cobre apenas cerca de dez por cento das necessidades de cuidados paliativos.

Quando confrontados com exemplos práticos de pessoas com necessidades paliativas, em média, 60 a 65 por cento dos entrevistados consideram que esses casos justificariam cuidados paliativos por parte do Estado. No entanto, ainda há cerca de dez por cento de pessoas que afirmam que "já não há nada a fazer".

Mais de metade dos inquiridos acha que faria sentido investir em cuidados paliativos em todos os locais: hospitais, instituições próprias para o efeito e domicílio). Por outro lado, 31 por cento considera igualmente insuficientes os meios de apoio ao nível dos cuidados prestados aos doentes em fase terminal.



Vinte e um por cento dos portugueses acha que o local onde faria mais sentido investir em cuidados paliativos seria no domicílio. Aquela percentagem aumenta consideravelmente entre os inquiridos que têm ou tiveram proximidade com pessoas com necessidades paliativas.

Segundo Isabel Neto, que é também directora da unidade de cuidados paliativos do Hospital da Luz, em Lisboa, a ideia de promover este estudo surgiu da necessidade de alertar a sociedade para a desinformação entre os portugueses.

O estudo foi realizado através de 606 entrevistas telefónicas a pessoas com mais de 18 anos residentes em Portugal Continental. O processo de amostragem utilizado foi por quotas segundo sexo, idade e região do entrevistado definidas com base no perfil da População.




Público on-line

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António Inglês