segunda-feira, 15 de setembro de 2008

UMA LIÇÃO DE VIDA


A Ratoeira
Um rato olhando pelo buraco na parede vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo que tipo de comida poderia ter ali. Ficou aterrorizado quando descobriu que era uma ratoeira. Foi para o pátio da fazenda advertindo a todos:
"Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa."




A galinha, que estava cacarejando e ciscando, levantou a cabeça e disse:
"Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda."




O rato foi até o porco e disse-lhe:

"Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira."
"Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranquilo que o senhor será lembrado nas minhas preces."




O rato dirigiu-se então à vaca. Ela disse:
"O quê Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!"
Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pegado. No escuro, ela não viu que a ratoeira pegou a cauda de uma cobra venenosa. A cobra picou a mulher. O fazendeiro levou-a imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo o mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e muitas pessoas vieram visitá-la. Muita gente veio vê-la e o fazendeiro então sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo.
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.




Texto e Fotos da Net António Inglês

sábado, 13 de setembro de 2008

BOM DOMINGO A TODOS!



O MEDO


Deram-me o lado molhado da casa para viver

em redor a terra saturada de voláteis sementes

os tanques de abundante água e a fértil noite

fendendo a seda calcinada das últimas visões


balbucio um canto inaudível... por vezes

ao amanhecer ainda penso em ti... avisto o rio

que se aproxima da porta e corre rente ao sono

lava os cabelos turvos do ciúme... desperta

a confusão silenciosa do amor


são meus estes ofegantes lírios

pertence-me esta fulguração de ouro sobre o rosto

que se move no espelho da minha idade... meus os olhos

assustados pela precária alegria das pedras

e das violetas atadas aos pulsos... a paixão pelo sangue


os dedos correndo sobre a lâmina de vidro quebrado

a respiração sufocada da cidade... o exíguo corpo

das palavras onde esqueço a voz e me reconheço

em ti escuto o coração do poema latejar


Al Berto


Foto da Net

António Inglês



quinta-feira, 11 de setembro de 2008

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

OS ATENTADOS DO 11 DE SETEMBRO DE 2001



Os ataques

Fazem hoje sete anos que o mundo assistiu via Televisão a uma das mais ousadas e cruéis acções terroristas de toda a História. Nesse dia, o mundo inteiro parou perplexo para acompanhar o ataque que deitou por terra um dos símbolos do poderio económico norte americano: as torres gémeas do World Trade Center (WTC). Pelo local costumavam transitar cerca de 200 mil pessoas, 50 mil das quais trabalhadores. O WTC tinha, no subterrâneo, um dos grandes entroncamentos de comboios urbanos da cidade de Nova York. Momentos mais tarde, em Washington o Pentágono, Sede do Ministério da Defesa e do Comando das Forças Armadas dos Estados Unidos, também era atacado, numa série de ataques suicidas, coordenados pela A-Qaeda contra alvos civis Americanos



Naquela manhã, meio ensonado ainda, cheguei à sala e num gesto instintivo carreguei no botão da Televisão como fazia em tantos outros dias, e numa primeira imagem fiquei convicto de que estaria perante um qualquer filme americano, como só eles sabem fazer. Fui alertado pela voz do locutor de serviço que descrevendo também ele incrédulo e estupefacto ia descrevendo o que as imagens iam mostrando. Esfreguei os olhos e deixei-me cair no sofá sem qualquer reacção para além daquela expressão que devo ter deixado alguns minutos depois. Corri ao telefone ao primeiro impulso que consegui ter, e num ápice pus-me em contacto com a minha mulher que já estava ao serviço àquela hora e atirei-lhe de rajada: Os Estados Unidos da América estão a ser atacados em pleno coração... acaba de chocar contra uma das Torres Gémeas um avião das linhas comerciais e nem me apercebi de que companhia era... pareceu-me um ataque suicida, a menos que tenha sido uma qualquer falha do avião ou da tripulação, mas desta maneira acho pouco provável... espera um outro avião embateu na outra Torre, caramba.... eu nem acredito no que estou a ver.... não é possível... - Estás a falar a sério ou isso é uma brincadeira de mau gosto, balbuciou a minha mulher do outro lado da linha??? Liga o rádio ou vai aí ao lado ao café e vê com os teus próprios olhos... Foram assim os momentos que se seguiram a este cruel atentado terrorista. Durante todo o dia a noticia não saiu das televisões de todo o mundo. As cenas que se seguiram nunca mais as consegui apagar da memória....




Relembremos o que se passou então. Naquela manhã, 11 de Setembro de 2001, quatro aviões comerciais foram sequestrados. Dois deles colidiram contra as torres do World Trade Center em Manhattan, Nova York, um terceiro avião, o American Airlines Flight 77, foi direccionado pelos sequestradores para uma colisão contra o Pentágono, no Condado de Arlington, Virgínia. Os destroços do quarto avião, United Airlines Flight 93, foram encontrados espalhados num campo próximo de Shanksville, Pensilvânia. A versão oficial apresentada pelo governo norte-americano afirma que os passageiros enfrentaram os supostos sequestradores e que, durante este ataque, o avião caiu. Os atentados causaram a morte de 3234 pessoas e o desaparecimento de 24.




Desde a Guerra de 1812, este foi o primeiro ataque de efeitos psicológicos e altamente correctivos imposto por forças inimigas em território americano. Causado por uma célula terrorista ligada à rede Al Qaeda, esse inimigo invisível deixou um saldo de mortes superior a 3 mil. Para se ter uma ideia quantitativa do seu resultado arrasador, só o ataque em si excedeu o saldo de aproximadamente 2400 militares norte-americanos mortos no ataque sem aviso prévio dos japoneses à base naval de Pearl Harbor em 1941; além disso, essa terrível demonstração de impunidade foi caprichosamente planeada e direccionada aos ícones americanos, praticada impunemente, e tendo como armas aviões comerciais. O acto agravou-se muito mais por ter sido transmitido ao vivo pelas cadeias de TV do mundo inteiro, com a própria tecnologia americana. Tal ataque, ainda sem precedentes em toda a história da humanidade, feriu profundamente o orgulho americano e superou, em muito, o efeito moral imposto às tropas americanas pela força aérea japonesa.




A cronologia do incidente

O horário está estabelecido segundo a hora local no leste dos Estados Unidos.

  • 08.00: o vôo 11 da American Airlines, um Boeing 767 com 92 pessoas a bordo, descola do Aeroporto Internacional Logan de Boston até Los Angeles.
  • 08.14: o vôo 175 da United Airlines, um Boeing 767 com 65 pessoas a bordo, descola do Aeroporto Internacional Logan de Boston até Los Angeles.
  • 08.21: o vôo 77 da American Airlines, um Boeing 757 com 64 pessoas a bordo, descola do Aeroporto Internacional Dulles de Washington até Los Angeles
  • 08.37: a FAA (a Administração Federal da Aeronaútica) notifica ao NORAD (North American Aerospace Defense Command , Comando de Defesa Aérea da América do Norte) que existe uma suspeita de sequestro do vôo 11 da American Airlines.
  • 08.41: o vôo 93 da United Airlines, um Boeing 757 com 44 pessoas a bordo, descola do Aeroporto Internacional de Newark até São Francisco
  • 08.46.30: o vôo 11 da American Airlines choca com a Torre Norte do World Trade Center (WTC).
  • 09.02.59: o vôo 175 da United Airlines choca com a Torre Sul do World Trade Center.
  • 09.03: a FAA notifica ao NORAD que existe uma suspeita de sequestro do vôo 175 da United.
  • 09.07: o Chefe de Empregados da Casa Branca avisa o presidente George W. Bush que os Estados Unidos se encontram sob ataque. O presidente, encontrava-se reunido com crianças de uma escola primária de Sarasota na Flórida.
  • 09.10 - 09.25: Richard Clarke, encarregado da oficina anti-terrorista, organiza uma vídeo conferência da Casa Branca com os mais altos chefes militares para organizar uma resposta.
  • 09.21: Fecham-se todos os túneis e pontes da ilha de Manhattan.
  • 09.26: a FAA proíbe a descolagem de todos os aviões civis.
  • 09.31: o presidente George W. Bush pronuncia um discurso na escola primária onde se encontrava, informando que se tratava aparentemente de um acto terrorista.
  • 09.34: a FAA notifica ao NORAD que existe uma suspeita de sequestro do vôo 77 da American.
  • 09.34: o presidente George W. Bush sai da escola primária de Sarasota até o aeroporto.
  • 09.37.46: o vôo 77 da American Airlines choca com o Pentágono.
  • 09.45: a FAA, (com ordens do Presidente) ordena a todos os aviões em vôo que aterrem imediatamente no aeroporto mais próximo.
  • 09.48: o Congresso dos Estados Unidos e a Casa Branca são evacuados.
  • 09.57: o presidente Bush abandona a Flórida.
  • 09.59: a Torre Sul cai.
  • 10.03.11: o vôo 93 da United Airlines cai num campo aberto em Shanksville, Pensilvânia.
  • 10:06: a FAA notifica ao NORAD que existe uma suspeita de sequestro do vôo 93 da United.
  • 10.28: a Torre Norte cai.
  • 11.:04: o edifício das Nações Unidas em Nova York é evacuado.
  • 11.45: o presidente Bush aterra na base aérea de Barksdale na Louisiana.
  • 13.04: o presidente Bush declara "Alerta Máximo" em todo o mundo e dirige-se à nação através dos meios de comunicação.
  • 13.37: o Presidente Bush deixa a bordo do Air Force One, a base de Barksdale.
  • 15.07: o Presidente Bush aterra na base aérea Offutt em Nebraska.
  • 16.36: o presidente Bush deixa a bordo do Air Force One, a base Offutt e ordena ser levado à Casa Branca.
  • 17.25: cai o edifício 7 de 47 andares do World Trade Center.
  • 19.00: o Presidente Bush chega à Casa Branca.
  • 20.30: o presidente Bush fala à nação.




As vítimas

As perdas humanas nos ataques de 11 de Setembro de 2001 foram elevadas: 265 nos aviões; pelo menos 2602 pessoas, incluindo 242 bombeiros, no World Trade Center e 125 no Pentágono. 3234 pessoas faleceram. Além das Torres Gêmeas de 110 andares do World Trade Center, 5 outras construções nas proximidades do World Trade Center e 4 estações subterrâneas de metro foram destruídas ou seriamente danificadas. No total, foram 25 prédios danificados em Manhattan. Em Arlington, uma parte do Pentágono foi sériamente danificada pelo fogo e outra parte acabou por se desmoronar.




Alguns passageiros e tripulantes efectuaram chamadas telefónicas dos vôos sequestrados. Um total de 19 sequestradores foram posteriormente identificados, 4 no vôo 93 da companhia United Airlines e 5 nos outros vôos. Segundo informações, os sequestradores assumiram o controle das aeronaves usando facas para matar as assistentes de bordo, pilotos, e/ou pelo menos um passageiro. No vôo 77 da American Airlines, um dos passageiros relatou que os sequestradores estavam na posse de punhais. Foi relatado o uso de um determinado tipo de spray químico nocivo, para manter os passageiros longe da primeira classe nos vôo 11 da American Airlines e 175 da United Arlines. Foram feitas ameaças de bomba em 3 dos 4 aviões sequestrados, não tendo o vôo 77 da American Airlines registado ameaça de bomba.




Textos da Wikipédia

Fotos da Net

António Inglês


sábado, 6 de setembro de 2008

AINDA SINTO UM NÓ BEM CÁ DENTRO DO PEITO!









Propositadamente deixei para depois uma referência especial à participação de Afife nas festas de Viana, porque são aqueles trajes, aqueles olhares, aquela beleza tão característica das mulheres minhotas, para mim em particular das mulheres de Afife, que me fazem ficar sempre a sonhar.

Pedro Homem de Mello, sempre cantou as suas belezas, e ainda hoje os poetas de Afife, lhe continuam a cantar loas. Nem seria preciso, que a terra canta ela própria a sua melodia que nos envolve e nos agarra de tal maneira que dificilmente a poderemos esquecer.


“Tudo aquilo que, até hoje, escrevi ou mostrei, resultou, apenas do que sentiram durante meio século, os meus olhos, os meus ouvidos, os meus pés (e o mesmo será dizer o meu corpo e a minha alma), de bailador” (in Mello, palavras de abertura “Folclore” – Cabanas, 1970)


Foi pois de forma muito digna e distinta que Afife se fez representar no cortejo etnográfico das Festas da Senhora d’Agonia, e eu cumpri mais uma vez com a minha devoção de “eterno apaixonado” de tudo o que se relaciona com a terra de minha Mãe. Foram os trajes, os “triquelitraques” e a beleza Afifense que desfilou e deixou no ar um aroma suave e agradável em todos que assistiam à sua passagem. É sempre bom rever-te minha Afife.













Não é fácil pois a qualquer passante, ficar indiferente à cativante beleza que a freguesia nos oferece, estejamos nós no ponto da aldeia onde estivermos.

Mas, para quem como eu, percorreu na sua juventude aquelas ruas onde a laje era rainha, aqueles becos serpenteando por entre o casario branco e fino, mais difícil se torna a separação. Eu e Afife, temos uma relação amorosa que é vivida em silêncio e à distância que se vai vingando ano após ano quando a visito e lhe levo aqueles que amo igualmente e que também eles já aprenderam a estimá-la.










São alguns os trajes das mulheres de Afife, sete penso eu, e cada um com uma função especifica.


O traje de luxo ou de domingar, de vermelho vivo e lenço amarelo, num contraste fabuloso que sendo de entre todos o mais simples é aquele que na minha modesta opinião mais realçe e beleza tem;


O traje de sargaçeira ou fato do mar, que as mulheres usavam na apanha do sargaço, ou argaço como era chamado em tempos. Saia de "estopa" (linho grosso) de cor branca com "forro de riscado", estreito, aos quadrados azuis e brancos. Colete de pano cuja barra é preta e corpo de "riscado" florido, sem enfeites. Camisa de linho branco sem bordados e bastante decotada. Lenço de peito "franjado" de campo vermelho com ramagens e quadrados. Calçam "alpergatas", acalcanhadas, e sem meias. Este calçado grosseiro de lona, assente sobre corda ou borracha, tem também ps nomes de Alpargata, Alparca e Alparcata. Usam chapéu de palha de aba larga e sobre este uma trouxa de roupa para vestir depois da apanha do sargaço (função). Ao ombro trasportam o redenho (rede para colher sargaço);


O traje de lavradeira, usado nas festas e romarias da terra. Saia de lã, de fundo vermelho com listas vermelhas e filetes pretos e brancos, barra azul escuro. Avental vermelho, com listas pretas divididas a meio no sentido transversal. Camisa branca pouco bordada ou lisa podendo levar rendas na gola e punhos. Colete vermelho, com barra de veludo preto. Lenço na cabeça amarelo vivo, franjado e no peito, meio lenço de cor laranja. Meias brancas e chinelas pretas;


O traje da erva, um traje usado no trabalho. Saia "branquinha" com "forro de riscado" aos quadrados brancos e pretos. O corpo de saia é branco com listas verticais de diferentes larguras de cor preta. Avental de cor vermelha com listas verticais de diferentes larguras de cor preta, tendo a meio barra "de topes" de lã vermelha e rematada por fita "encanudada", da mesma cor. Camisa de linho branco, sem bordados e bastante decotada. Colete com barra de pano grosso preto e corpo de "riscado florido". Algibeira em "riscado" florido, rematada e debruada a fita de lã nos bordados de lã. Este lenço designa-se por "lenço garôto". Usam meio lenço de peito de campo amarelo sem "franjas" e calçam socos pretos sem meias;


O traje de ir ao monte ou de ir ao mato, que é também um traje de trabalho. Saia "avergastada" em vermelho, preto e branco, com "forro" de "riscado" aos quadrados nas duas últimas cores. Avental de cor vermelha com listas pretas verticais de diferentes larguras, tendo a meio barra de "topes" de lã vermelha e rematado por fita "encanudada", da mesma cor. Casaco de tecido grosseiro "faldrilha" (mistura de lã e algodão) cintado e debruado a pano de "riscado". Lenço de cabeça de campo vermelho aos quadrados, e no peito meio lenço de campo amarelo. Chapéu de palha de aba larga e botas de cano alto em couro e sola de madeira. Compõem ainda este fato, o foicinho, a luva em "faldrilha" e a cesta de arco onde é transportada a "merenda" e a respectiva cabaça do vinho;


O traje de trabalho do homem, usado na lavoura. Calça de "faldrilha" (mistura de lã e algodão), camisa de linho grosseiro branco, sem bordados e de "cabeção". Chapéu de palha ou carapuço de lã preta; faixa de baetilha preta, sem pontas (peça que nem todos os homens usavam); socos ou "chancas", para o campo, de cabedal e sola de madeira; meias grosseiras de "lã de ovelha". Por vezes e para se abrigarem do frio e chuva utilizavam sobre este traje a "caroça";


E o traje de Dó lavradeira, usado para as festas e romarias. Neste traje de festa predominam as cores escuras como sinal de luto. Saia de fundo preto com barra azul escuro e na roda, listas brancas e azuis. Avental de fundo preto com listas verticais; colete azul com barra preta; camisa branca; lenço franjado cor de pinhão, e meio lenço no peito. Meias brancas e chinelas pretas.

Naturalmente que outras terras terão os seus trajes, mas desconheço se alguma terá uma diversidade tão rica no trajar.

Aqui vos deixo as fotos dos diferentes trajes que obtive de alguém que os fez, mas de quem o meu ciúmento amigo “alemão” não me deixa lembrar o nome.

Um dia descobrirei através de família o nome da autora de tais lindíssimos e importantes “bonecos”.

Fiquem bem! Fiquem com Afife!


Texto da descrição dos trajes do espaço da Casa de Santa Ana

Fotos minhas

António Inglês