terça-feira, 1 de julho de 2008
quinta-feira, 26 de junho de 2008
UM GRITO DE REVOLTA PORQUE AS BESTAS AINDA EXISTEM !

Este anúncio foi premiado internacionalmente, mas não passou na nossa televisão, em Portugal. Porque será?
Recordo o poema da criança de 3 anos, 'Meu nome é Sara'

Tenho 3 anos
Os meus olhos estão inchados,
Não consigo ver.
Eu devo ser estúpida,
Eu devo ser má,
O que mais poderia pôr o meu pai em tal estado?
Eu gostaria de ser melhor,
Gostaria de ser menos feia.
Então, talvez a minha mãe me viesse sempre dar miminhos.
Eu não posso falar,
Eu não posso fazer asneiras,
Senão fico trancada todo o dia.
Quando eu acordo estou sozinha,
A casa está escura,
Os meus pais não estão em casa.
Quando a minha mãe chega,
Eu tento ser amável,
Senão eu talvez levaria
Uma chicotada à noite.
Não faças barulho!
Acabo de ouvir um carro,
O meu pai chega do bar do Carlos.
Ouço-o dizer palavrões.
Ele chama-me.
Eu aperto-me contra o muro.
Tento-me esconder dos seus olhos demoníacos.
Tenho tanto medo agora,
Começo a chorar.
Ele encontra-me a chorar,
Ele atira-me com palavras más,
Ele diz que a culpa é minha, que ele sofra no trabalho.
Ele esbofeteia-me e bate-me,
E berra comigo ainda mais,
Eu liberto-me finalmente e corro até à porta.
Ele já a trancou.
Eu enrolo-me toda em bola,
Ele agarra em mim e lança-me contra o muro.
Eu caio no chão com os meus ossos quase partidos,
E o meu dia continua com horríveis
palavras...
'Eu lamento muito!', eu grito
Mas já é tarde de mais
O seu rosto tornou-se num ódio inimaginável.
O mal e as feridas mais e mais,
'Meu Deus por favor, tenha piedade!
Faz com que isto acabe por favor!'
E finalmente ele pára, e vai para a porta,
Enquanto eu fico deitada,
Imóvel no chão.
O meu nome é 'Sara'
Tenho 3 anos,
Esta noite o meu pai *matou-me*.

Existem milhões de crianças que assim como a 'Sara' são mortos.
Elas não têm de sofrer por causa dos pais, merecem viver uma infância feliz. Se este é o teu caso, espero que saibas que há sempre alguém a apoiar-te, não importa como ou onde...
Neste mundo louco em que vivemos, as bestas ainda existem. É preciso denunciá-las, é preciso que a violência, seja ela qual for ou a que pretexto for, acabe.
Peço a Deus que nunca se atravesse no meu caminho nenhum destes anormais, porque não saberei responder por mim certamente...
Cães....
António Inglês
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quinta-feira, junho 26, 2008
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terça-feira, 24 de junho de 2008
ORA VIVAM MEUS AMIGOS!

Elvira Carvalho
Sophiamar
Brancamar
Amigona avó e neta princesa
Maria
Aramis
Maria Faia
Filoxera
Menina do Rio
Joaninha
Carminda Pinho
São
Big River
São Martinho do Porto
Vieira Calado
Geo
Fernanda & Poemas
Belisa
Momentos
Entrelinhas
Rakel
Fátima
Angel of Ligth
Lisa’s Mau Feitio
Carlos Alberto Videira
Dalinha
Maria Clarinda
Laura
Alice Matos
Renata Maria Parreira Cordeiro
Azul
Funny
Carla do Palavras em desalinho
Salvador Vaz de Silva
( Que me perdoem se me esqueço de alguém)
A todos aqueles, com quem cruzei comentários.
A todos aqueles, que passaram neste ano inicial no meu blog.
A todos aqueles, que mesmo depois de ter suspenso o “PorEntreMonteseVales” cá vêm deixar os vossos comentários.
A todos aqueles, que mesmo não me visitando nos últimos tempos não deixaram de me marcar de forma muito agradável.
A todos aqueles, que episodicamente me visitaram.
A todos vocês, que são parte importante do meu diário recente.
A todos vocês, amigos que não esquecerei, venho dizer-vos que esta vida vale a pena, que a amizade não é uma palavra vã, que a solidariedade não se afastou dos homens e mulheres, que continuo a acreditar que foi bom ter-vos conhecido, que os nossos caminhos não deixarão de se cruzar.
Mas agora amigos, agora preciso de estar em silêncio, de exorcizar os meus fantasmas, de ser eu próprio, de encontrar o caminho e a clarividência que necessito para estar de bem com a vida, em paz e muita reflexão.
Porque continuo a receber as vossas mensagens de apoio e amizade, resolvi quebrar pontualmente esta minha ausência, para vos agradecer do fundo do coração as palavras carinhosas com que me têm brindado.
Quando suspendi o meu espaço, disse que não seria uma despedida mas antes um até um dia destes.
Espero sinceramente que esse dia chegue por muitas razões.
Pelo reatamento do nosso convívio e pelo que esse regresso representará para mim.
Obrigado amigos, obrigado por tudo! Esquecê-los será difícil!
António Inglês
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terça-feira, junho 24, 2008
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quinta-feira, 19 de junho de 2008
UM DIA DESTES VOLTAMOS A ENCONTRAR-NOS!
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António Inglês
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quinta-feira, junho 19, 2008
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ENCRUZILHADAS DA VIDA!
Meus amigos, as encruzilhadas da vida empurram-nos para becos de onde dificilmente conseguimos libertar-nos. São fases com as quais temos de aprender a lidar e embora sendo horas que nos marcam para sempre, são também aquelas que nos dão a certeza de que sem luta nada se consegue.
Nada fazemos para que aconteçam, elas aparecem sem pré-aviso e precisamos de coragem e força para as sabermos vencer.
O desanimo e a falta de vontade passam a ser companheiros do dia a dia. Fica-se com a sensação de que nunca estamos bem onde estamos. Depois, tudo depende da força de cada um de nós e das motivações que vamos conseguindo encontrar para seguir em frente.
Assim, na maioria das vezes a melhor solução é talvez parar e reflectir. Colocar nos dois pratos da balança tudo de bom e de mau que nos aconteceu e que de alguma forma contribuiu para que o estado de alma não seja o melhor.
É assim amigos, que não posso continuar a assobiar e a fingir que tudo está bem, quando não está.
Claro que nada se passa de especial, apenas a necessidade de me encontrar, e encontrar os caminhos que me devolvam ao convívio de que tanto gosto, que é este meu espaço, a vossa companhia e a vossa amizade.
Adiei inúmeras vezes esta decisão, e há bem pouco tempo julguei que conseguiria continuar, se bem que de forma mais comedida. Puro engano.
O “PorEntreMonteseVales” vai assim estar suspenso por tempo indeterminado. Não acabará, mas precisa de novos ventos e novas ideias.
Aos amigos e amigas que ao longo deste último ano fizeram deste meu espaço um ponto de encontro e me trouxeram a alegria de ter encontrado novas amizades, só tenho de agradecer e dizer-lhes que os/as terei sempre presentes em todos os bons pensamentos da minha vida.
Não é de forma nenhuma uma despedida, antes um até um dia destes, porque espero voltar, renovado ao vosso convívio. Estarei sempre disponível para falar com todos aqueles que me queiram contactar através do email que está colocado por debaixo do meu perfil, ou por qualquer outro contacto que tenham meu.
Um abraço a todos e o meu obrigado por me terem dado tantos dos vossos momentos.
António Inglês
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quarta-feira, 18 de junho de 2008
SÓ MESMO PARA SABEREM QUE ESTOU VIVO!
VÁ LÁ, DIVIRTAM-SE E SORRIAM UM POUCO! AMANHÃ SERÁ UM NOVO DIA!
MELHORES DIAS VIRÃO!
ABRAÇO A TODOS!
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segunda-feira, 16 de junho de 2008
DAVID MOURÃO FERREIRA








Deixou ainda traduções e uma gravação discográfica de poemas seus intitulada «Um Monumento de Palavras» (1996). Alguns dos seus textos foram adaptados à televisão e ao cinema, como, por exemplo, Aos Costumes Disse Nada, em que se baseou José Fonseca e Costa para filmar, em 1983, «Sem Sombra de Pecado». David Mourão-Ferreira foi ainda autor de poemas para fados, muitos deles celebrizados por Amália Rodrigues, tal como «Madrugada de Alfama».
Recebeu, em 1996, o Prémio de Consagração de Carreira da Sociedade Portuguesa de Autores. Foi autor de alguns programas de televisão de que se destacam "Imagens da Poesia Europeia", para a

Em 1981 é condecorado com o grau de Grande Oficial da Ordem de Santiago da Espada. Em 1996 recebe o Prémio de Carreira da Sociedade Portuguesa de Autores e, no mesmo ano, recebe a Grã-Cruz da Ordem de Santiago da Espada. Do primeiro casamento, com Maria Eulália, sobrinha de Valentim de Carvalho, teve dois filhos, David Carvalho e Adelaide Constança, que lhe deram 10 netos.
E por vezes as noites duram meses
E por vezes os meses oceanos
E por vezes os braços que apertamos
nunca mais são os mesmos E por vezes
encontramos de nós em poucos meses
o que a noite nos fez em muitos anos
E por vezes fingimos que lembramos
E por vezes lembramos que por vezes
ao tomarmos o gosto aos oceanos
só o sarro das noites não dos meses
lá no fundo dos copos encontramos
E por vezes sorrimos ou choramos
E por vezes por vezes ah por vezes
num segundo se envolam tantos anos.

Penélope
mais do que um sonho: comoção!
sinto-me tonto, enternecido,
quando, de noite, as minhas mãos
são o teu único vestido.
e recompões com essa veste,
que eu, sem saber, tinha tecido,
todo o pudor que desfizeste
como uma teia sem sentido;
todo o pudor que desfizeste
a meu pedido.
mas nesse manto que desfias,
e que depois voltas a pôr,
eu reconheço os melhores dias
do nosso amor.

Texto e Fotos tirados da Net
António Inglês
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segunda-feira, junho 16, 2008
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