
Mulher que matou taxista no Parque das Nações ficou em prisão preventiva
No dia 25 deste mês de Novembro, grande parte dos amigos da blogosfera, reponderam presente com uma postagem colectiva de repúdio à vilolência.Uma das frases mais divulgadas nos inúmeros blogues que aderiram, foi:
A HUMANIDADE NÃO TEM SEXO.
Pois aqui está a prova de que a violência não sexo mesmo.
Sabemos que a maioria dos crimes de violência, ou violência doméstica é praticada pelo homem. Mas o homem não tem o monopólio do crime de violência realmente. Desta vez foi uma mulher que movida por razões que se prendem com o seu divórcio que decorria , baleou o marido, taxista, ferindo-o de morte. Este crime ocorreu na sexta-feira passada à noite no Parque da Nações.
Da forma como as coisas estão a tomar rumo, um dia destes os tribunais encerram. Cada um resolve os seus diferendo a tiro e não se fala mais nisso.
Onde será que vamos parar?
A NOTÍCIA
O taxista assassinado na noite de sexta-feira no Parque das Nações, em Lisboa, foi baleado pela sua própria mulher, confessou esta ao Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Lisboa. A mulher ficou em prisão preventiva, segundo a Sic Notícias.
A mulher, de 28 anos, terá confessado ontem no TIC a autoria dos disparos, numa altura em que estava a decorrer o processo de divórcio com António José Brito, de 52 anos.
O presidente da Associação Nacional dos Transportadores em Automóveis Ligeiros (Antral), Florêncio Almeida, disse ao “Diário de Notícias” de hoje que na origem do crime poderão estar questões relacionadas com dinheiro.
António José Brito foi baleado três vezes cerca das 23h30 na Avenida Dom João II.
Segundo a Antral, este foi o segundo taxista assassinado este ano em Portugal.
O Público - Última hora
José Gonçalves