terça-feira, 6 de novembro de 2007

ALCOBAÇA - IX MOSTRA INTERNACIONAL



IX MOSTRA INTERNACIONAL

DOCES & LICORES CONVENTUAIS

9TH CONVENTUAL’S PASTRY AND LIQUEURS FAIR

Promovida pelo Município de Alcobaça, vai realizar-se de 15 a 18 de Novembro de 2007, a IX MOSTRA INTERNACIONAL DE DOCES & LICORES CONVENTUAIS.

O Mosteiro de Alcobaça irá servir de cenário a esta Mostra que abrirá as portas todos os dias da mostra às 10h e encerrará pelas 23h, excepto no dia 18, último dia, em que encerrará o certame às 21horas.

REQUINTE DA DOÇARIA

Onde existiu, ou existe ainda, um convento existe a tradição de doces conventuais e a herança de licores deliciosos.

As delícias sedutoras, verdadeiras maravilhas, criadas através de 1001 experiências, de longe prática e dedicação, de paciência e devoção; assim como os licores que ao longo dos séculos foram rodeados de secretismo, serão tentações disponíveis a todos os que visitarem O Mosteiro de Alcobaça.

Sendo Património da Humanidade e Maravilha de Portugal, o Mosteiro constitui só por si motivo de visita e acolhe mais uma vez, participantes nacionais e internacionais.

As receitas conventuais constituem uma ementa de raros sabores, sobremesas e licores que fazem sucesso até hoje.

Uma doce tentação, a não perder.

PARTICIPANTES NA MOSTRA

Abrantes – Pastelaria “O Forno”
Açores – Garçatainha
Alcobaça – Casa do Pão de Ló de Alfeizerão
Alcobaça – David Pinto & Companhia, Ldª
Alcobaça – Padaria Lérias
Alcobaça – Pastelaria “A Casinha dos Montes “
Alcobaça – Pastelaria Alcôa
Alcobaça – Pastelaria Saraiva
Alcobaça – Pastelaria Vieira
Alcobaça – MLC –Licores
Alcáçer do Sal – Dália Rosa
Amarante – Salão de Chá Butterfly
Arouca – Manuel da Silva Bastos
Aveiro – Ovos Moles de Aveiro
Beja – “Maltezinhas” de Francisca Casteleiro
Braga – Pastelaria “O Gigo”
Castelo de Vide – Maria Teresa Menalha
Chamusca – Elisa Simões
Évora – Francisca Rasga
Guimarães – Pastelaria Clarinha
Louriçal – Convento do Louriçal
Lorvão – “O Mosteiro”
Nelas – Tradição Conventual – Doçaria
Portalegre – Joaquina de Fátima C.M. Vintém
Santarém – Francelina Sé – DÉDÉ
Singeverga – Mosteiro de Singeverga
Tentúgal – “A Pousadinha”
Vizela – Pastelaria “Kibom”
Espanha – Monasterio de la Transfiguración del Señor (Transmañó)
Espanha – Monasterio Cisterciense de Santa Maria de Osera
Espanha – Monasterio Cisterciense de Sobrado dos Monxes
Espanha – Convent de Santa Magdalena (Plama de Maiorca)
Espanha – Convent de Santa Clara (Plama de Maiorca)
Espanha – Monestir de La Santa Família (Plama de Maiorca)
França – Abbaye Saint Benoit de Fleury – Saint Benoit Sur
Loire
França – Abbaye de Fontanelle – Saint Wandrille Rançon (Normandie)
Malta – Mosteiro de Sant’Ursula em Valletta (Clausura)
Malta – Mosteiro de Sant’Katerina em Valletta (Clausura)
Malta – Irmãs Agostinjani (B’Kara)

PREÇOS

Bilhete simples – 1€
Bilhete 4 dias – 2,5€

www.alcobaca.pt
Município de Alcobaça Telf. 262 580 810





A não perder, mais um passeio doce até Alcobaça, aproveitando a visita para se deliciar com os sabores dos Doces Conventuais e com o Maravilhoso Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça.

VILA DE SÃO MARTINHO DO PORTO

VILA DE SÃO MARTINHO DO PORTO
(Sua História)

PARTE V

ASCENÇÃO E QUEDA DO PORTO DE SÃO MARTINHO


Nos Paços de Estão, no ano de 1568, a 20 de Janeiro, foi aclamado Rei o jovem D. Sebastião.
El-Rei muito jovem e animado por sonhos de expansionismo, em que a opinião das Cortes não terá sido neutra, lança-se na conquista de África.
Na Santa Sé encontra compreensão, o Papa acredita na vitória de uma nova Guerra Santa.
No ano de 1577 começa-se a contratar, nos diversos centros da Europa, combatentes para aumentarem o nosso exército.
Fazem-se nos estaleiros de São Martinho do Porto, com madeira de pinhal de Leiria, a maior parte das caravelas que seguíram para Lisboa onde se juntaram a outras.
A 14 de Junho, no ano do Senhor de 1578, é benzido o estandarte Real, na Sé de Lisboa, e El-Rei D. Sebastião parte para Alácer-Kibir.
Mas o sonho de desfaz transformando-se em holocausto, pois na triste jornada de África, tombaram para sempre toda a Lusa Cavalaria que seguiu o jovem “Capitão de Deus”
Neste século foram aqui construídas duas grandes naus de 60 peças cada uma, “Nossa Senhora da Nazareth” e “Oliveirinha”, que cruzaram o Oceano em busca de novos mundos.
Era pois este porto de uma importância considerável.
Afluíam aqui muitas embarcações mas, com o passar dos anos e no século XVII no reinado de D. João IV, este porto estava modificado.
Quando em 1650 se mandou fazer nova averiguação, igual à que se tinha feito em 1501, viu-se que o porto desta Vila e Sede de Concelho, não podia conter senão navios de pequeno porte e o ancoradouro foi dado por muitos, como perigoso.
Mas as terras de São Martinho do Porto, Alcobaça e Salir, não tinham ainda uma verdadeira divisão.
Esta foi feita no reinado de El-Rei D. João V, século XVIII, o qual mandou passar um acordo em 7 de Novembro de 1741, que foi entregue ao Provedor de Leiria, para proceder à vistoria do lugar da Contenda e averiguar a verdadeira divisão das terras.
Nos princípios da Centúria seguinte, os Mestres António da Silva e Manuel Vicente, fizeram duas fragatas de 30 peças cada.
Com o passar do tempo e em 1757, notava-se já um grande aumento da população.
Contava-se com 193 vizinhos e o pároco da Vila era apresentado pelo D. Abade, o qual recebia um alqueire de trigo por cada fogo.
Mas lentamente o porto de São Martinho caminhava para a ruína.

(Continua)
José Gonçalves


segunda-feira, 5 de novembro de 2007

OBRIGADO AMIGOS! EU SABIA!


Estou de rastos! Vocês deixaram-me sem fala! Tanta mensagem de parabéns! Tanta gente à minha volta! Obrigado amigos! Eu sabia!

VILA DE SÃO MARTINHO DO PORTO


VILA DE SÃO MARTINHO DO PORTO
(Sua História)

PARTE IV

SEDE DE CONCELHO

Na sua obra “Influência do Infante D. Henrique no Processo da Marinha Portuguesa – Navios e Armamentos”, o Contra-Almirante João Braz de Oliveira, tratando da descrição da Caravela Portuguesa, diz que, no reinado de El-Rei D. Afonso V, 1438 a 1481, e depois no reinado de El-Rei D- João II, 1481 a 1495, eram as caravelas construídas na Ribeira em Lisboa, no Porto, Algarve e São Martinho do Porto. Este escritor é um entre muitos que fazem referência às construções navais deste porto.

“De larga aplicação e utilidade, eram os pinhais e matas do Reino – diz Fernão Diniz, - será um pinheiro de Leiria hasteando o pendão da Cruz, que resistirá ao esforço da procela, quando Bartolomeu Dias, em 1488, dobrar o Cabo das Tormentas.”

São Martinho do Porto era pois, com a Pederneira e Paredes, um porto de mar dos Coutos de Alcobaça.

Nenhum comércio havia, além dos estaleiros. Uns eram pescadores e foi neste porto que se fixaram as primeiras cabanas de pescadores, construídas na encosta do morro denominado Outeiro.

No ano de 1495 é aclamado Rei, D. Manuel I.

Como as incertezas na aplicação do Direito continuavam depois da publicação das “Ordenações Afonsinas”, D. Manuel reconheceu que muitas das suas disposições já estavam antiquadas ou introduziam direito novo.

Resolveu pois, mandar fazer uma compilação que recebeu o nome de “Ordenações Manuelinas” e também foi ordenada a reforma geral dos forais,

O poder do Soberano estendeu-se a todas as regiões do território. As instituições particulares desapareceram, a vontade do Soberano começou a prevalecer sobre os interesses das classes e os previlégios dos concelhos.

Assim, D. Manuel I, no ano de 1518, em Lisboa, no primeiro dia do Mês de Outubro, concede novo foral à Vila de São Martinho do Porto, e, além das terras de São Martinho, abrangia também os Casais do bom Jesus, Venda Nova, Jagos, Vale do Paraíso e dois na Charneca.

É pois nesta altura, 1 de Outubro de 1518, que São Martinho do Porto passa a ser Sede de Concelho.

Foi também no reinado deste Rei, que sendo comendatário seu filho D. Afonso, mandou fazer averiguações, por homens competentes, aos vaus dos rios de Tornada e Alfeizerão e acharam que podia a Baía ancorar 80 navios de alto bordo.

(Continua)
José Gonçalves

HOJE É DIA DE ANIVERSÁRIO POR AQUI




Pois é meus amigos, hoje estou de aniversário. E se pensavam que lá por causa disso as minhas postagens iriam parar, enganaram-se.
Agora fica esta para que possamos todos cantar, e unidos, façamos uma corrente de solidariedade e amizade que dificilmente se quebre!
A todos que têm sabido encontrar neste espaço um pouco de partilha, amor, solidariedade e amizade, eu dedico estas cinquenta e oito velas, para que todos a uma só vez as apaguemos.
Obrigado a todos pelo carinho, pela compreensão, pela palavra amiga na hora certa, pela força, pela coragem e pela muita amizade que encontrei em todos vós, em especial àqueles que são visita constante em minha casa. Um grande e sentido abraço!
José Gonçalves

domingo, 4 de novembro de 2007

PARA O RESTO DE DOMINGO




Para que não restem dúvidas de que esta família é uma família de artistas, aqui fica um pequeno filme da Orquestra Juvenil de Famalicão da Nazaré, onde o meu filho Pedro toca.
Teve que ser, pois ficou um pouco triste por eu ter dito que os irmãos estiveram em Tunas e não ter falado nele. Estes ciúmes...
É assim a vida. Pelo menos os meus rapazes, fazem aquilo que o pai nunca fez. Sabem música.
Passem um resto de bom domingo!

BOM DIA E BOM DOMINGO





A Tuna Académica de Lisboa delicia-nos com esta versão de Sérgio Godinho. "LISBOA QUE AMANHECE".
Para além de ser feito por jovens, e eu ser um fã incondicional de Tunas Académicas,este pequeno filme tem uma particularidade que me envaidece, é que entre este punhado de jovens está meu filho Gonçalo. Para ele o meu grande beijo de amor e gratidão.